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Morte de Djidja Cardoso, ex-sinhazinha do Boi Garantido, seria por edema cerebral

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Morte de Djidja Cardoso, ex-sinhazinha do Boi Garantido, seria por edema cerebral
Redação GPS

Morte de Djidja Cardoso, ex-sinhazinha do Boi Garantido, seria por edema cerebral

O laudo preliminar divulgado pelo Instituto Médico Legal (IML) do Amazonas, nesta segunda-feira (3), revelou que a morte de Djidja Cardoso, a ex-sinhazinha do Boi Garantido de Parintins (AM), teria sido causada por um edema cerebral que afetou o funcionamento do coração e da respiração. As informações são do Último Segundo, do Portal IG .

Segundo o relatório, a influenciadora faleceu em decorrência da “depressão dos centros cardiorrespiratórios centrais bulbares; congestão e edema cerebral de causa indeterminada”.

O documento não esclarece o que teria ocasionado o quadro que resultou na morte de Djidja, o que levou a polícia a continuar investigando o caso. A expectativa é que o resultado final da necrópsia e do exame toxicológico, que devem ser finalizados ainda este mês, tragam mais detalhes sobre o ocorrido.

A principal suspeita das autoridades é de que a influenciadora tenha falecido devido a uma overdose de cetamina, substância utilizada nos rituais do grupo religioso “Pai, Mãe, Vida”, organizado pela família de Djidja.

Dois dias após a morte da ex-sinhazinha do Boi Garantido, sua mãe e irmão foram presos sob a acusação de associação para o tráfico, venda de drogas e estupro, juntamente com outros membros do grupo religioso.

Cleomar Cardoso, tia de Djidja, fez declarações e acusou mãe da influenciadora e funcionários do salão Belle Femme, de propriedade da família, de negligenciarem a saúde da vítima e incentivarem o suposto vício em drogas.

Em uma publicação no Facebook, Cleomar afirmou que a Djidja teria morrido “por omissão de socorro por parte da mãe dela e da turma do Belle Femme de Manaus” e que a casa dela na cidade nova teria se tornado uma Cracolândia.”

A tia ainda relatou que tentativas de intervenção eram barradas pela mãe da influenciadora e pelos funcionários do salão.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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