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BRASIL

Mortes violentas: 1 a cada 5 no Brasil ocorreu na Amazônia Legal

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Uma a cada cinco mortes violentas registradas no Brasil ocorreu na Amazônia Legal
Reprodução/Flickr

Uma a cada cinco mortes violentas registradas no Brasil ocorreu na Amazônia Legal

Uma a cada cinco mortes violentas intencionais registradas no Brasil em 2022 foi nos estados que integram a Amazônia Legal, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Segundo os dados, eles tiveram juntos um total de 9.302 mortes violentas intencionais.

Compõem a Amazônia Legal os seguintes estados:

  • Acre;
  • Amapá;
  • Amazonas;
  • Maranhão;
  • Mato Grosso;
  • Pará;
  • Rondônia;
  • Roraima;
  • e Tocantins.

Conforme o relatório divulgado nessa quinta-feira (20), no total, o Brasil teve 47.508 mortes violentas no ano passado, o que representa uma queda de quase 2% em relação a 2021. Apesar de o número ser alto na Amazônia Legal, o grupo também apresentou uma redução, mesmo que mínima, de menos de 1%.

Os dados mostram que a Amazônia Legal tem um índice de mortes violentas intencionais acima da média nacional, já que são 33,8 mortes a cada 100 mil habitantes. Em todo o Brasil, o número é de 23,4.

São consideradas mortes violentas intencionais casos de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte, morte decorrentes de intervenções policiais e feminicídio.

Em todos os índices, a média registrada na Amazônia Legal ultrapassa a média nacional.

Conforme o relatório, a disputa entre facções criminosas e o avanço do desmatamento, garimpos ilegais e intensificação de conflitos fundiários podem ter contribuído para o número na Amazônia Legal.

Entre os estados que compõem a área, o Pará é o que teve o maior índice de mortes violentas intencionais em 2022, com 2.997 casos. Mas, quando se olha o número de casos a cada 100 mil habitantes, o Amapá aparece na frente, com 50,6. O estado também teve a maior queda proporcional no número de registros, com 25%.

Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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