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Mostra Cinema Urbana é realizada no CCBB Brasília em edição especial

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Mostra Cinema Urbana é realizada no CCBB Brasília em edição especial
Yumi Kuwano

Mostra Cinema Urbana é realizada no CCBB Brasília em edição especial

Entre esta sexta-feira (13) e o dia 26, o CCBB Brasília realiza uma edição especial da mostra Mostra Internacional de Cinema de Arquitetura Cinema Urbana. Aos fins de semana, Cinema Urbana apresenta sessões ao ar livre acompanhadas de muita música e intervenções artísticas.

Criada em 2019 para debater estruturas sociais e dinâmicas do cotidiano urbano por meio do cinema, nesta edição, a mostra Cinema Urbana terá exibição de 37 produções, divididas entre 27 curtas e 10 longas de 15 países como Costa Rica, EUA, Bélgica, França, Angola, Japão, Índia, Senegal, Suíça, Chile, Cuba, Líbano, Polônia e Brasil.

Com programação voltada para o que é chamado de “mulheridades”, os filmes em cartaz abordam o protagonismo feminino, a quebra de estigmas entre mulheres cisgêneros e transsexuais, estereótipos de gênero e raça, além de questões como pertencimento e afeto.

Fins de semana

A abertura do evento na sexta será embalada pelas VJs e DJs do coletivo Eixona, formado por Mari Mira, Pati Egito e Isadora Perigo, com apresentação de videomapping e set musical seguido da festa Eixona, de música afro-caribenha.

Já no sábado (14), os jardins do CCBB recebem projeção do Mato Seco em Chamas, e domingo (15) tem o curta Escasso, de Gabriela Gaia Meirelles, e o longa Nomadland, de Chloé Zhao, que arrebatou três prêmios do Oscar em 2021.

Já entre os dias 15 e 26, as tardes e noites serão ocupadas com sessões de cinema de todo o mundo nas salas de cinema do CCBB Brasília.

Ao todo, serão realizadas seis sessões ao ar livre com apresentações de DJs, VJs e bandas, 21 sessões na sala de cinema principal, incluindo um filme infantil, três debates, um sobre ancestralidade, acessibilidade e sexualidade, além de oficinas.

No dia 5 de outubro, a mostra finaliza sua edição com uma festa de encerramento que contará com o coletivo Jamaicana.

Toda a programação é gratuita, retirada de ingresso na bilheteria do CCBB.

Programação completa:

Sexta-feira (13/09)

20h – Videomapping no prédio do CCBB com o coletivo Eixona, formado pela VJ Mari Mira e as DJs Pati Egito, Isadora Perigo. Mestre de cerimônias: Larissa Mauro. (90 min, classificação indicativa: 14 anos)

21h45 – Festa do coletivo Eixona nos Jardins do CCBB (classificação indicativa: 16 anos)

Sábado (14/09)

19h30 – Área externa: DJ Janna e VJ Mari Mira (60 min, classificação indicativa: 10 anos)

20h30 – Área externa:

Mato Seco Em Chamas, de Adirley Queiroz e Joana Pimenta (153 min, 2022, Brasil, classificação indicativa: 14 anos)

Domingo (15/09)

16h30 – Sala de cinema

Sessão Infantil “Criando e Semeando Mundos”

(62 min, classificação indicativa: Livre)

Òrun Àiyé – A Criação Do Mundo, de Jamile Coelho e Cintia Maria (12 min, 2015, Brasil)

Jussara, de Camila Ribeiro (9 min, 2023, Brasil)

Os Macurus, de Julia Vellutini e Mateus de Jesus (7 min, 2022, Brasil)

Opy’i Regua, de Júlia Gimenes e Sérgio Guidoux (28 min, 2020, Brasil)

17h30 – Sala de Cinema

Sessão “Eu Sou Um Instante Que Dura, Um Instante Sem Duração”

Exibição de 13 curtas-metragens de Alice Guy-Blaché Chez le magnétiseur (1 min, 1898) Chirurgie fin de siècle (2 min, 1900) Avenue de l’opéra (1 min, 1900), Chapellerie et charcuterie mécaniques (1 min, 1900) Chez le photographe (1 min, 1900), Questions indiscrètes (3 min, 1906), Madame a des envies (4 min, 1907) Les Résultats du féminisme (7 min, 1906) Le Lit à roulette (4 min, 1907) La Course à la saucisse (5 min, 1907) Alice Guy tourne une phonoscène? (2 min, 1907) Sur la barricade (6 min, 1907) Le Billet de banque (11 min, 1907)

19h00 – Área externa: DJ Tamara Maravilha e VJs Mari Mira e Nibêra (60 min)

20h15 – Área externa:

Sessão “Pra Onde Ir, Por Que Ficar?”

Escasso, de Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles (15 min, 2022, Brasil)

Nomadland, de Chloé Zhao (108 min, 2021, EUA)

Terça-feira (17/09)

18h00 – Sala de cinema:

Sessão “O Silêncio Da Mordida”

Ceniza Negra, de Sofia Quiros (82 min, 2019, Costa Rica)

20h00 – Sala de cinema:

Sessão “O Que Não Cabe Mais No Peito”

(99 min, classificação indicativa: 16 anos)

Rebu, de Mayara Santana (21 min, 2021, Brasil)

Là-Bas, de Chantal Akerman (78 min, 2006, Bélgica/França)

Quarta-feira (18/09)

17h00 – Sala de cinema:

Sessão “Nossas Vozes Ecoam e Vibram”

Me Farei Ouvir, de Bianca Novais e Flora Egécia (30 min, 2022, Brasil)

Chão, de Camila Freitas (112 min, 2019, Brasil)

20h00 – Sala de cinema:

Sessão “Mulheres negras movimentam estruturas”

Sambizanga, de Sarah Maldoror (102 min, 1972, Angola/França)

Quinta-feira (19/09)

09h30 – Oficina infanto-juvenil “De Ver Cidade” fechada para escolas públicas (duração 1h)

17h00 – Sala de cinema:

Sessão “Um Rio Chamado Tempo”

(120 min, classificação indicativa: 14 anos)

A Velhice Ilumina O Vento, de Juliana Segóvia (20 min, 2023, Brasil)

Para Ter Onde Ir, de Jorane Castro (100 min, 2016, Brasil)

19h15 – Sala de Cinema:

Debate: Raízes e Histórias: Narrativas Íntimas e Ancestrais, com Liz Sandoval e Lina Távora, e mediação de Daniela Marinho e Thay Limeira

20h15 – Sala de cinema:

Sessão “As Conchas Que Carrego Para Casa”

Nosso Pai, de Anna Muylaert (24 min, 2022, Brasil)

Caracol, de Naomi Kawase (40 min, 1994, Brasil)

Abá, de Cristina Amaral e Raquel Gerber (5 min, 1992, Brasil)

Irei a Santiago, de Sara Gómez (15 min, 1962, Cuba)

Sexta-feira (20/09)

14h30 – Oficina infanto-juvenil “De Ver Cidade” aberta ao público, com duração de 1 hora (faixa etária 06 a 12 anos)

15h00 – Sala de cinema:

Reprise da sessão “O Silêncio Da Mordida”

Ceniza Negra, de Sofia Quiros (82 min, 2019, Brasil)

17h00 – Sala de cinema:

Sessão “Ver, Rever e Transver”

Atlantics, de Mati Diop (16 min, 2019, Senegal/França/Bélgica)

Afternoon Clouds, de Payal Kapadia (13 min, 2017, Índia)

Terra Mater – Mother Land, de Kantarama Gahigiri (9 min, 2023, Ruanda/Suíça)

AliEN0089, de Valeria Hoffmann (21 min, 2023, Chile)

Pataki, de Everlane Moraes (21 min, 2018, Brasil)

19h00 – VJ Mari Mira e DJ Aeva na área externa

20h30 – Área externa:

Sessão “A Diaba Na Rua, No Meio Do Redemoinho”

Se Eu Tô Aqui É Por Mistério, de Clari Ribeiro (22 min, 2024, Brasil)

O Tempo É Um Pássaro, de Yasmin Thayná (17 min, 2023, Brasil)

Soberane, de Wara (27 min, 2022, Cuba)

As Inesquecíveis, de Rafaelly (La Conga Rosa) (7 min, 2023, Brasil)

La Hemi, de Ila Giroto e Estela Lapponi (12min, 2023, Brasil)

Sábado (21/09)

15h00 – Sala de cinema:

Sessão Especial: “Ver, Ouvir, Sentindo” – com acessibilidade

A velhice ilumina o vento, de Juliana Segóvia (20 min, 2023, Brasil)

Escasso, de Gabriela Gaia Meirelles (15 min, 2022, Brasil)

La Hemi, de Ila Giroto e Estela Lapponi (12 min, 2023, Brasil)

Jussara, Camila Ribeiro (9 min, 2023, Brasil)

O tempo é um pássaro, Yasmin Thayná (17 min, 2023, Brasil)

16h30 – Sala de cinema:

Debate sobre acessibilidade e inclusão (Dia nacional da luta da pessoa com deficiência), com Helena Santiago Vigata (Acesso Livre/UnB) e mediação de Daniela Marinho

19h00 – VJs Mari Mira e Nibêra e DJ Cxxju (duração de 1 hora, classificação indicativa: 10 anos)

20h30 – Área externa:

Sessão “Minha Natureza é Feita de Curvas e Retas, de Silêncio e de Grito”

As Mulheres Palestinas, de Jocelyne Saab (16 min, 1974, Líbano)

Fernanda Young: Foge-me Ao Controle, de Susanna Lira (87 min, 2024, Brasil)

Domingo (22/09)

15h00 – Sala de cinema:

Reprise da Sessão Infantil “Criando e Semeando Mundos”

Òrun Àiyé – A Criação Do Mundo, de Jamile Coelho e Cintia Maria (12 min, 2015, Brasil)

Jussara, de Camila Ribeiro (9 min, 2023, Brasil)

Os Macurus, de Julia Vellutini e Mateus de Jesus (7 min, 2022, Brasil)

Opy’i Regua, de Júlia Gimenes e Sérgio Guidoux (28 min, 2020, Brasil)

17h00 – Sala de cinema:

Sessão “Eu Sou Um Instante Que Dura, Um Instante Sem Duração” – Parte I

Be Natural: The Untold Story of Alice Guy-Blaché, de Pamela B. Green (108 min, 2018, EUA)

19h00 – VJ Mari Mira e Nibêra e DJ Odara Kadiegi

20h30 – Área externa:

Sessão “Eu Sou Um Instante Que Dura, Um Instante Sem Duração” – Parte II

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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