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BRASIL

Movimento hip hop busca reconhecimento como patrimônio imaterial

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A comunidade do hip hop se reuniu em Brasília para uma marcha de reconhecimento do movimento. A marcha reuniu representantes do hip hop de vários estados do Brasil, que vieram entregar ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) o dossiê que vai dar início ao processo para declarar o movimento patrimônio imaterial do país.
Esse documento foi preparado por grupos de trabalho dentro do movimento do hip hop no Brasil inteiro, com auxílio do instituto. “Este ano nós completamos 50 anos do hip hop no mundo. E, no Brasil, completamos 40 anos de hip hop”, disse Cláudia Maciel, jornalista e integrante do movimento.

“É a hora da gente ir em busca do título de patrimônio cultural imaterial brasileiro. Cada estado se reuniu e construiu grupos de trabalho”, acrescentou. Segundo ela, o Iphan ajudou os grupos de trabalho na montagem da proposta a ser apresentada.

A produtora cultural Lidiane Lima destacou a função social de um estilo musical que se transformou e se tornou um indutor de políticas públicas. “O hip hop, trabalha muito pela sociedade brasileira. Aonde o governo não consegue chegar o hip hop está lá, levando também políticas públicas, esperança, transformação. Então, se a sociedade brasileira e o governo reconhecem o hip hop, significa que o nosso trabalho valeu a pena”.

Brasília/DF, 17/07/2023, O movimento Hip Hop brasileiro, entrega documento histórico que pede o reconhecimento de patrimônio imaterial do Hip Hop brasileiro, ao presidente do Iphan, Leandro Grass. Foto: José Cruz/Agência Brasil Brasília/DF, 17/07/2023, O movimento Hip Hop brasileiro, entrega documento histórico que pede o reconhecimento de patrimônio imaterial do Hip Hop brasileiro, ao presidente do Iphan, Leandro Grass. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Brasília/DF, 17/07/2023, O movimento entrega documento que pede o reconhecimento de patrimônio imaterial do Hip Hop brasileiro ao presidente do Iphan, Leandro Grass. Foto – José Cruz/Agência Brasil

O presidente do Iphan, Leandro Grass, parabenizou a mobilização de todos os envolvidos com o movimento que, também para ele, representa um estilo musical que se expandiu e se expressa em outros aspectos da sociedade, não apenas o musical.

“[É] uma síntese sincretismo cultural de várias perspectivas, de várias influências que sintetizam justamente este modelo de expressão, que não é só musical. É também em outras vertentes”, disse.

“Agora tem início o processo de reconhecimento formal institucional da cultura do hip hop como patrimônio imaterial brasileiro. Esse processo vai levar um tempo para que a gente possa consolidar todos esses princípios da cultura hip hop”, completou.

Fonte: EBC GERAL

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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