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BRASIL

Negros são 76,5% das vítimas de homicídio no Brasil

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Negro tem 2,8 vezes mais chances de ser assassinado no Brasil
Fernando Frazão/Agência Brasil

Negro tem 2,8 vezes mais chances de ser assassinado no Brasil

A cada 10 pessoas assassinadas no Brasil, 7 são pessoas negras. Com isso, a população preta constitui 76,5% das vítimas de homicídio no país em 2022. A informação é do Atlas da Violência 2024, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e divulgado nesta terça-feira (18).

De acordo com o levantamento, 35.531 pessoas negras foram mortas de forma intencional no Brasil em 2022. Além disso, a taxa de mortes intencionais para população negra é de 29,7 a cada 100 mil habitantes do grupo. Para pessoas não negras (ou seja, pessoas brancas, indígenas e amarelas) a mesma taxa é 10,8.

Segundo o Atlas da Violência, o índice de homicídios contra pessoas não negras é de 19,4% do total de mortes com registro racial. Dessa forma, para cada pessoa branca, indígena ou amarela morta, 2,8 negros são vitimados.

Além disso, o relatório aponta que, no período entre 2012 e 2022, uma pessoa negra foi assassinada a cada 12 minutos no Brasil. Ao todo, são 445.442 negros vítimas de homicídio.

Bahia lidera número de homicídios

O estado com o maior número de homicídios contra pessoas negras é a Bahia, com 6.259 mortas em 2022. É também no território bahiano onde está a maior parte da população preta do país – cerca de 80%.

A lista segue com o Amapá (48,8), Amazonas (47,5) e Rio Grande do Norte (45,3) nas segunda, terceira e quarta posição, respectivamente.

O relatório também apontou que a Bahia é o estado com o maior número de cidade na lista das 20 mais violentas do país.

Queda

Apesar do índice significativo, ele representa uma pequena queda em relação a última versão do Atlas da Violência, divulgado em 2023 com o ano base 2021 e que teve o maior número de pessoas negras assassinadas em 11 anos, com 36.616 homicídios.

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Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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