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Neto de 11 anos fica traumatizado ao ver avô ser morto por voadora

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Motorista Tiago Gomes Souza matou o tipógrafo Cesar Fine Torresi com uma voadora no peito.
Reprodução/Arquivo pessoal

Motorista Tiago Gomes Souza matou o tipógrafo Cesar Fine Torresi com uma voadora no peito.

O filho do idoso morto após ser agredido por uma “voadora” em Santos , no litoral de São Paulo, disse que o neto da vítima está traumatizado após presenciar a morte do próprio avô. Cesar Fine Torresi foi morto na tarde do dia 8 de junho, após sair do shopping com o neto.

Em entrevista ao programa “Fantástico”, da TV Globo, Bruno Cesar Torresi, filho da vítima e pai da criança, afirmou que o menino ligou “desesperado” após o ocorrido.

“Uma criança, de 11 anos, que visualizou tudo ali, o vô caído no chão, me ligou desesperado”, contou. “O que a gente não podia comprar, que era caro, ele [avô] ia lá e comprava pro menino”, relembra Bruno Torresi.

Entenda o caso

De acordo com a polícia, avô e neto saíram do Shopping Praiamar e atravessaram a via entre os carros enquanto o trânsito estava parado. Isso motivou a fúria do motorista Tiago Gomes Souza, de 39 anos, que avançou o carro sobre os dois.

Cesar, então, se apoiou no capô do carro para se equilibrar, sem causar danos. Em seguida, Tiago foi até a dupla na calçada, onde chutou o peito do idoso, que caiu, bateu a cabeça e morreu na frente da criança.

Outras passagens pela polícia

De acordo com a reportagem, Tiago já tinha 5 passagens pela polícia antes do ocorrido, por delitos que vão de desacato a injúria racial – entretanto, nenhum dos casos resultou em processo judicial. Hoje, ele cumpre prisão preventiva.

Na última quinta-feira (13), ele participou de uma reconstituição do crime, onde chorou, se ajoelhou no chão e pediu desculpas. À polícia, ele disse que um “ataque de fúria” motivou a agressão.

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Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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