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“No caminho certo”, diz vice-governador de SP sobre Cracolândia

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O vice-governador de São Paulo, Felicio Ramuth (PSD), e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos)
Isadora de Leão Moreira/Governo do Estado de São Paulo

O vice-governador de São Paulo, Felicio Ramuth (PSD), e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos)

O vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth (PSD), afirmou, em entrevista publicada pelo jornal Estadão nesta terça-feira (8), que, em relação à Cracolândia, “as coisas estão no caminho certo”. Ramuth foi escolhido pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) para liderar uma ação conjunta entre os poderes estadual e municipal na região, e afirmou que a internação compulsória está “absolutamente descartada”.

“São reações aos nossos acertos, não aos nossos erros”, afirmou sobre os recentes ataques a ônibus e caminhões na região da Cracolândia. “Não temos pretensão de resolver o problema do dia para a noite”, disse. Perguntado sobre formas de impedir os ataques, o vice-governador afirmou que, com base nos “cases” estudados pelo governo, a “estratégia da dispersão foi aplicada em praticamente todas”.

Ele ainda ressaltou que, como contrapartida às ações dos “últimos anos”, a política do Estado é “primeiro acreditar” nos agentes de segurança e “depois checar”.


Segundo o vice-governador do Estado, a dispersão dos usuários foi verificada no combate ao uso de drogas em Amsterdã, Frankfurt e Nova York. Diferente do prefeito da cidade de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), Felício Ramuth não visa a internação compulsória como uma medida a ser intensificada pelo poder estadual.

Em 21 de julho, Tarcísio de Freitas afirmou que a internação compulsória como medida para tentar resolver o problema de dependentes químicos na Cracolândia não havia sido descartada, entendendo a ação como medida de “último caso”. Na ocasião, Tarcísio declarou que as pessoas “precisam de acolhimento”, e que a internação compulsória seria uma “medida extrema”.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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