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Nunes venceria em segundo turno contra Marçal ou Boulos, mostra pesquisa Quaest

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Marçal, Boulos e Nunes dão nomes mais prováveis de ir para segundo turno de eleições, mostram pesquisas
Montagem iG / Imagens: Governo do Estado de São Paulo / Pablo Valadares/Câmara dos Deputados / Reprodução: TV Brasil Central

Marçal, Boulos e Nunes dão nomes mais prováveis de ir para segundo turno de eleições, mostram pesquisas


Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) revela novas projeções para um provável segundo turno das eleições para a prefeitura de São Paulo em 2024. O levantamento aponta o atual prefeito  Ricardo Nunes (MDB) como vencedor contra os oponentes Guilherme Boulos (PSOL) e de Pablo Marçal (PRTB).  No primeiro turno, os três aparecem em empate técnico.

Em qualquer cenário que concorresse com Boulos ou Marçal, Nunes sairia vitorioso. Porém, entre Marçal e Boulos, há um empate técnico.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SP-09089/2024 e encomendada pela TV Globo. Foram entrevistados 1,2 mil eleitores acima de 16 anos entre os dias 8 e 10 de setembro.

Nunes converte votos

Em cenários de segundo turno no qual o candidato primordial do eleitor não estivesse, Nunes levaria vantagem. Ele é quem mais arrecada votos de outros candidatos.

Entre Nunes e Marçal, por exemplo, a migração de votos seria: 62% dos eleitores de Boulos votam em Nunes e 7% em Marçal; dos votos de Datena, 52% iriam para Nunes e 18% para Marçal.

Os votos de primeiro turno de Boulos se completam em 28% que votariam nulo/branco e 3% que estão indecisos; dentre os de Datena, 19% votariam nulo/branco e 11% estão indecisos.

Entre Nunes e Boulos, o prefeito também leva vantagem na migração. De quem votaria em Marçal no primeiro turno, 65% escolheriam Nunes e 11% Boulos. Dos eleitores de Datena, 40% escolheriam Nunes e 30% Boulos.


Os votos de primeiro turno de Marçal se completam com 20% que votariam nulo/branco e 4% que estão indecisos; dentre os de Datena, 19% votariam nulo/branco e 11% estão indecisos.

Confira os cenários possíveis para segundo turno

Pesquisa Quaest mostra mudanças em relação ao  último levantamento, divulgado em 28 de agosto.

Nunes x Marçal

  • Ricardo Nunes (MDB): 50% (eram 47%)
  • Pablo Marçal (PRTB): 30% (eram 26%)
  • Nulos e brancos: 15% (eram 21%)
  • Indecisos: 5% (eram 6%)

Nunes x Boulos

  • Ricardo Nunes (MDB): 48% (eram 46%)
  • Guilherme Boulos (PSOL): 33% (eram 33%)
  • Nulos e brancos: 13% (eram 17%)
  • Indecisos: 6% (eram 4%)

Boulos x Marçal

  • Guilherme Boulos (PSOL): 40% (eram 38%)
  • Pablo Marçal (PRTB): 39% (eram 38%)
  • Nulos e brancos: 16% (eram 19%)
  • Indecisos: 5% (eram 5%)

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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