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ONS: Apagão foi causado por ação para conter ‘separação elétrica’

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O ONS informa que precisou implementar uma ação para impedir que um problema se espalhasse por todo o sistema
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O ONS informa que precisou implementar uma ação para impedir que um problema se espalhasse por todo o sistema


O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) divulgou uma nota informando que o apagão que atingiu o Brasil nesta terça-feira (15) se deu por uma “ação controlada” (ou seja, foi proposital) para evitar que um problema na rede pudesse se espalhar. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, decidiu retornar do Paraguai (onde acompanhava Lula em viagem oficial) para lidar com a situação.

Nas palavras do Ministério de Minas e Energia (MME), uma “ocorrência” às 8h31 causou uma “separação elétrica” no sistema interligado de energia.

O último comunicado do MME atesta que até às 12h30 o fornecimento de energia foi normalizado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No Norte, 41% da carga já havia sido restabelecida, enquanto o Nordeste já tinha recomposição de 85% e tem todas as capitais com o suprimento normalizado.


Confira, a seguir, a nota do MME na íntegra:

“Ocorrência no SIN interrompe 16 mil MW em todas as regiões do país. Até às 12h25 já foram recompostos 55% da carga da região Norte e 81% da região Nordeste, 13.500 MW de carga. Recomposição concluída nas regiões Sul e Sudeste. Todas as capitais do Nordeste também já se encontram com o suprimento de energia normalizado.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) confirma que hoje, dia 15 de agosto, às 8h31m, houve uma ocorrência no sistema que provocou a separação elétrica das regiões Norte e Nordeste das regiões Sul e Sudeste, com abertura das interligações entre essas regiões. Houve pelo menos 16 mil MW de interrupção de energia. A interrupção no Sul e no Sudeste foi uma ação controlada para evitar propagação da ocorrência.

O Operador, assim que identificou a situação, iniciou ação conjunta com os agentes para restabelecer a energia nas regiões. As causas da ocorrência ainda estão sendo apuradas.

Até às 12h25 já foram recompostos 55% da carga da região Norte e 81% da região Nordeste, 13.500 MW de carga. Recomposição concluída nas regiões Sul e Sudeste. Todas as capitais do Nordeste também já se encontram com o suprimento de energia normalizado”.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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