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Operação Maré apreende seis fuzis e prende 12 homens

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O terceiro dia da Operação Maré, nesta quarta-feira (11), resultou na apreensão de seis fuzis, sendo cinco no Chapadão e um na Cidade Alta, além de três pistolas automáticas no Complexo da Maré.  A ação é feita pelas forças de segurança do estado do Rio de Janeiro contra o crime organizado no Complexo do Chapadão, na Cidade Alta, em Cordovil e no Complexo da Maré, na capital carioca

A força tarefa foi desencadeada pela morte de três médicos que estavam em quiosque na orla da praia da Barra da Tijuca, na semana passada, quando foram baleados por traficantes de drogas. Um quarto médico que estava com os colegas também foi atingido, mas conseguiu sobreviver. Há indícios de que um dos médicos que fazia parte do grupo foi confundido com um miliciano, a poucos metros do quiosque e era frequentador do local. Segundo a polícia, o miliciano tinha problemas com traficantes de drogas, que lutam com a milícia pelo controle do transporte alternativo na região de Jacarepaguá e do domínio de regiões como Rio das Pedras e Muzema para exploração de serviços como a venda de botijões de gás, água mineral e sinal de TV a cabo. 

Prisão

Foram presas 12 pessoas, sendo seis no Complexo do Chapadão, três no Complexo da Maré e três no Parque das Missões, em Duque de Caxias. A Polícia Militar também retirou, com o uso de retroescavadeiras, mais de três toneladas de barricadas em 17 pontos do Complexo da Maré. As barricadas são placas de concreto fincadas no chão para evitar a entrada dos carros da polícia nas comunidades.

O governador Cláudio Castro diz que o foco é desarticular as milícias. “O trabalho das nossas forças de segurança está focado em desarticular essas máfias e é incansável. Somente hoje, foram detidas 12 pessoas que estavam cometendo diversos atos criminosos na capital e Baixada Fluminense, com efeitos em toda a população. O prejuízo causado a essas organizações já chegou à casa de R$ 20 milhões. São efeitos claros de que o uso da inteligência aliado à tecnologia é o caminho mais eficiente para enfraquecer a atuação desses grupos”

Balanço

Desde segunda-feira (9), foi descoberto e fechado um laboratório de refino de drogas, um depósito de medicamentos, entorpecentes e material para preparo. Ao todo, 24 pessoas foram presas, 101 veículos – entre carros e motos – apreendidos e 42 toneladas de barricadas retiradas do Complexo da Maré. Na terça (10), o governo do Estado recuperou o acesso à piscina do Complexo Esportivo da Maré, ocupada por traficantes para sediar aulas de guerrilha.

As forças de segurança apreenderam, nos últimos três dias, 100 quilos de pasta base de cocaína (descobertos num galpão próximo à Vila Cruzeiro), mais de meia tonelada de maconha e drogas sintéticas em diversos pontos, uma plantação de skunk num imóvel de dois andares na Vila do João e duas estufas de maconha na Maré.

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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