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Pacheco pede que Forças Armadas façam operações no Rio Grande do Norte

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Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
Roque de Sá/Agência Senado – 01/02/23

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)

Nesta sexta-feira (17), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), enviou um ofício ao presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que pede que as Forças Armadas faça uma operação de garantia da lei e da ordem (GLO) no Rio Grande do Norte.

Tal pedido tem como objetivo atender um requerimento do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN). Agora, cabe ao presidente Lula fazer o acionamento das Forças Armadas.

Desde o início desta semana, o estado tem sofrido com casos de violência e ações criminosas, movidas por uma facção descontente com as condições vistas nos presídios do Rio Grande do Norte.

O presidente do Senado afirmou no documento que o pedido foi feito “dadas as circunstâncias do caso e a urgência do momento”. “Na qualidade de presidente do Senado e do Congresso Nacional, e tomando como razões de decidir elementos trazidos pelo ilustre senador da República do Estado do Rio Grande do Norte, dadas as circunstâncias do caso concreto e a urgência do momento, formulo o pedido de envio das Forças Armadas, a fim de garantir a lei e ordem daquela unidade federativa”.

As operações de lei de ordem são postas em prática em situação graves, ao qual a pertubação da ordem não conseguem mais serem controladas de forma tradicional, utilizando as forças de segurança do estado. Assim, são realizadas exclusivamente por ordem da Presidência da República. Mas Pacheco disse que “tal decisão pode responder a um pedido manifestado por quaisquer dos poderes constitucionais”.

O presidente do Senado disse em nota que reconhece “o notável empenho das forças de segurança do estado e Nacional neste momento, às quais se podem somar as Forças Armadas, a critério do presidente da República”.

O senador Styvenson Valentim explica que os cidadãos potiguares têm sido “aterrorizados com ações violentas contra o patrimônio público e privado, com a finalidade de pressionar o Poder Executivo estadual a realizar ações ou omissões de interesse da facção criminosa”.

Ele completa dizendo que “requer-se que a Presidência do Senado requeira à Presidência da República a decretação da GLO no estado do Rio Grande do Norte, com a finalidade de se restaurar a ordem pública e se preservar a incolumidade das pessoas e do patrimônio público e privado, enquanto os órgãos estaduais de segurança pública se mostrarem insuficientes”.

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Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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