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Parque da Cidade: o pulmão verde que inspira Brasília

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Parque da Cidade: o pulmão verde que inspira Brasília
Pedro Reis

Parque da Cidade: o pulmão verde que inspira Brasília

Com uma extensão de 420 hectares, o Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek é um dos maiores parques urbanos do mundo, oferecendo uma rica combinação de história, cultura e lazer para os brasilienses. Desde sua inauguração em 12 de outubro de 1978, o local tem sido um ponto de encontro vibrante e inclusivo, refletindo a própria identidade de Brasília .

Originalmente chamado de Parque Recreativo Rogério Pithon Farias, o espaço foi batizado em homenagem ao filho do então governador do Distrito Federal, Elmo Serejo Farias, que faleceu em um acidente de carro. Inaugurado pelo presidente Ernesto Geisel, o parque foi concebido como um espaço público de lazer e bem-estar.

Em 1997, o parque foi renomeado em homenagem a Dona Sarah Kubitschek, esposa do ex-presidente Juscelino Kubitschek, tornando-se oficialmente o Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek.

O parque é um exemplo perfeito da união dos principais arquitetos e artistas responsáveis pela construção de Brasília. O projeto arquitetônico é de Oscar Niemeyer, o paisagismo foi assinado por Burle Marx, a área urbanística foi desenvolvida por Lucio Costa e os icônicos azulejos são obra de Athos Bulcão. Juntos, esses elementos compõem um cenário de beleza única, que continua a encantar os visitantes até hoje.

Parque da Cidade | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
Parque da Cidade | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Um acervo de memórias

Recentemente, uma parceria entre a Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) e o Arquivo Público do DF trouxe à tona documentos históricos que revelam aspectos pouco conhecidos da criação do parque. O acervo inclui plantas arquitetônicas originais, fotografias e registros que documentam a evolução dos espaços e das atrações do parque ao longo dos anos.

Parque da Cidade | Foto: divulgação/Arquivo Publico
Parque da Cidade anos atrás | Foto: divulgação/Arquivo Publico
Parque Ana Lídia | Foto: divulgação/Arquivo Público
Parque Ana Lídia anos atrás | Foto: divulgação/Arquivo Público

Desde a sua criação, o Parque da Cidade tem sido um espaço democrático de lazer e diversão. Quadras poliesportivas, parques infantis, lagos, pistas de corrida e ciclovias são apenas algumas das atrações que o local oferece.

Uma das memórias mais queridas é o famoso trenzinho que circulava pelo parque na década de 1980, trazendo alegria para crianças e adultos em suas 16 paradas ao longo de um trajeto de 12 km.

Trenzinho Parque da Cidade nos anos 1980 | Foto: divulgação/Arquivo Público
Trenzinho Parque da Cidade nos anos 1980 | Foto: divulgação/Arquivo Público

Outras atrações históricas incluem o pedalinho, o foguete no Parque Ana Lídia e o Castelinho. Estes últimos, em particular, evocam uma nostalgia especial entre os frequentadores mais antigos.

O Presente do parque

O Parque da Cidade é hoje um espaço vibrante, acolhendo cerca de 14 mil pessoas de segunda a sexta-feira e 37 mil nos fins de semana. Durante eventos especiais, o público pode chegar a 80 mil.

O parque continua a se adaptar e evoluir para atender às necessidades dos visitantes. Recentemente, foram implementadas melhorias em suas instalações, como a renovação dos brinquedos no Parque Ana Lídia e a reforma do Castelinho. Além disso, há planos para expandir as opções de lazer e garantir que o espaço continue sendo acessível e seguro para todos.

Parque Ana Lídia atualmente | Foto: divulgação/Arquivo Público
Parque Ana Lídia atualmente | Foto: divulgação/Arquivo Público
Castelinho Parque da Cidade | Foto: H. Carvalho/Agência Brasília
Castelinho Parque da Cidade atualmente | Foto: H. Carvalho/Agência Brasília

Preservação e segurança

Com acesso gratuito e livre 24 horas por dia, o Parque da Cidade é um espaço verdadeiramente público. No entanto, para manter a ordem e a segurança, a administração orienta os frequentadores a cumprirem as leis locais, como a proibição de cães soltos e a obrigatoriedade de recolher dejetos de animais.

Parque da Cidade | Foto: Renato Araújo/Agência Brasília
Parque da Cidade | Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

A segurança e a preservação do parque são prioridades para o governo local, garantindo que futuras gerações possam desfrutar desse espaço emblemático da capital brasileira. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com a administração do parque pelo telefone (61) 4042-1828 ou pelo e-mail [email protected].

Com um legado de 45 anos, o Parque da Cidade continua sendo um símbolo do compromisso de Brasília com o lazer, a cultura e a preservação ambiental, oferecendo um espaço de convivência para todos os cidadãos. Como canta a música de Renato Russo, é um local de encontros inesquecíveis, de Eduardo e Mônica e de todos aqueles que encontram no parque um espaço para viver e reviver suas melhores memórias.

Com informações da Agência Brasília

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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