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PCDF fecha primeiro semestre com 64% de casos elucidados

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PCDF fecha primeiro semestre com 64% de casos elucidados
Caio Barbieri

PCDF fecha primeiro semestre com 64% de casos elucidados

A Polícia Civil do Distrito Federal ( PCDF) alcançou, no primeiro semestre deste ano, um resultado expressivo no combate à criminalidade no Distrito Federal . A PCDF atingiu o desempenho de 64% na taxa de elucidação de crimes de janeiro a junho de 2024. Alguns crimes graves contra a vida e o patrimônio, como o latrocínio e roubos a postos de combustíveis, tiveram uma resolução de 100%.

No primeiro semestre deste ano, no combate à corrupção e ao crime organizado, a Polícia Civil do DF se destacou com 165 mandados de busca e apreensão | Foto: Arquivo/Agência Brasília

Durante o mesmo período, a PCDF registrou 230.132 ocorrências policiais, instaurou 21.815 inquéritos e indiciou 19.887 pessoas. Cumpriu 4.357 mandados de prisão judicial e deflagrou 1.093 operações policiais em diversas áreas para coibir o crime organizado, homicídios, tráfico de drogas e outros crimes contra o patrimônio. No total, a PCDF realizou 1.020 prisões em flagrante neste primeiro semestre.

No âmbito do combate à corrupção e ao crime organizado, a PCDF se destacou com um saldo de 165 mandados de busca e apreensão, 26 prisões e a apreensão de R$ 162,6 milhões em bens e valores.

Tabela: Divulgação/PCDF

O trabalho pericial também foi fundamental para o sucesso das investigações. Os Institutos de Medicina Legal (IML), de Identificação (I.I.), de Criminalística (IC), e de Pesquisa e DNA Forense (IPDNA) promoveram 101.471 perícias.

A PCDF totalizou a emissão de 176.191 carteiras de identidade, sob a coordenação das equipes do Instituto de Identificação.

Os resultados alcançados pela PCDF, no primeiro semestre de 2024, demonstram o compromisso da instituição em garantir a segurança da população do Distrito Federal, reduzir e combater a criminalidade de forma eficiente, além de investimento constante em tecnologia de ponta, equipamentos e recursos humanos para aprimorar suas ações, promover qualidade de vida e bem-estar social aos moradores da capital federal.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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