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Pedrinho Matador teve o pescoço cortado, diz boletim de ocorrência

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Serial killer foi morto na manhã deste domingo (5), em Mogi das Cruzes (SP)
Reprodução/Youtube 05.03.2023

Serial killer foi morto na manhã deste domingo (5), em Mogi das Cruzes (SP)

O serial killer Pedro Rodrigues Filho, o Pedrinho Matador, de 68 anos, morto a tiros na manhã deste domingo (5) , teve também o pescoço cortado, segundo o boletim de ocorrência (B.O.). O assassino em série foi assassinado na calçada em frente à casa de familiares, em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo.

O que diz o B.O.

Segundo o B.O., policiais militares foram acionados após serem informados sobre disparos de arma de fogo na rua José Rodrigues da Costa, no bairro Ponte Grande. O relato informava que uma pessoa teria sido atingida e que os suspeitos teriam fugido em um carro preto.

A PM também foi avisada, em outro chamado, que o veículo utilizado no crime teria entrado na Estrada da Cruz do Século.  Os policiais foram, então, até o local e encontraram o veículo abandonado, com munição de pistola aparentemente intacta no assoalho, além de um galão próximo. Todos os itens foram recolhidos.

Carro utilizado no crime que assassinou o serial killer Pedrinho Matador
José Antonio de Assis/TV Diário

Carro utilizado no crime que assassinou o serial killer Pedrinho Matador


De acordo com o G1, no depoimento uma familiar informou que, por volta das 8h30, um carro preto estava trafegando na rua e mais tarde, às 9h50, Pedrinho estava sentado em uma cadeira em frente à casa da depoente, quando o veículo parou próximo. Dois homens mascarados e armados desceram do carro.

Segundo a testemunha, um dos assassinos teria dito: “não é nada com você, não. Pega sua filha e entra para dentro”. Os criminosos efetuaram os disparos contra Pedrinho e um dos suspeitos, com uma faca de cozinha, perfurou a garganta da serial killer, que já estava caído. Após o assassinato, os criminosos voltaram para o carro e fugiram.

Quem era Pedrinho Matador

Pedrinho Matador tinha uma tatuagem escrita
Reprodução

Pedrinho Matador tinha uma tatuagem escrita “mato por prazer”


Pedro Rodrigues Filho era considerado um dos mais cruéis assassinos em série do Brasil. Ele é o autor do assassinato de diversos detentos, mortes que ele justificou porque “não ia com a cara” do preso, ou porque o detento “roncava demais”.

O serial killer também matou o próprio pai, em vigança da morte da mãe que o pai teria matado motivado por uma suposta traição. Pedrinho revelou em um podcast que mastigou o coração do pai após o assassinato , ato que ele teria jurado no enterro da mãe.

Sua primeira prisão ocorreu em maio de 1973, quando tinha 19 anos. A soltura só aconteceu mais de três décadas depois, em 2007. Em 2011, ele foi preso novamente sendo liberado sete anos depois, em 2018.

Pedrinho chegou a ser condenado a mais de 400 anos de prisão e foi réu por 71 homicídios, mas confessou mais de 100 assassinatos. Ele tinha uma tatuagem famosa que dizia “mato por prazer”.


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Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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