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Períodos da “Data Fifa” serão usados para ajustar calendário do Brasileirão

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Períodos da “Data Fifa” serão usados para ajustar calendário do Brasileirão
ESTADÃO CONTEÚDO

Períodos da “Data Fifa” serão usados para ajustar calendário do Brasileirão

O Conselho Técnico realizado nessa segunda-feira na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) , no Rio de Janeiro, terminou com a decisão de que períodos de Data Fifa serão utilizados para ajustar o calendário do Brasileirão, após os adiamentos de partidas motivados pelo desastre climático no Rio Grande do Sul. Também foi definido que o fim da competição continua previsto para 8 de dezembro. A reunião extraordinária contou com a presença de todos os dirigentes dos clubes da Série A.

“São datas que já foram apresentadas. Nós vamos ter datas Fifa que serão utilizadas principalmente nessas equipes que tenha sobreposição de jogos também de Copa do Brasil. Tem Internacional x Juventude, que é um jogo da Copa do Brasil. Tudo foi apresentado, algumas Datas Fifa serão utilizadas para que a gente consiga chegar no dia 8 de dezembro com o Campeonato todo fechado”, comentou Julio Casares, presidente do São Paulo, ao deixar a reunião.

Outro ponto aprovado pelos cartolas foi a possibilidade de inversões de mando para os clubes gaúchos durante o primeiro turno, caso o contexto das partidas permitam esta alteração e desde que o adversário concorde com a alternativa.

“Foi discutida uma flexibilização, até porque faz parte do regulamento. Talvez até, particularmente, jogo a jogo, uma possível inversão de mando, quando necessário. Mass isso tem de ser analisado jogo a jogo porque há estados em que você ter dois jogos na mesma praça tem problema de segurança pública”, explicou Casares.

As datas Fifa que serão exploradas pela CBF para reorganizar o calendário ainda não foram divulgadas, mas as opções são de 3 a 11 de junho, de 2 a 10 de setembro, de 7 a 15 de outubro e de 11 a 19 de novembro. Até então, conforme determinado pelo calendário do campeonato, nenhum desses períodos teria partidas do Brasileirão, como forma de proteger os clubes de desfalques provenientes de convocações.

Retomada a partir da sétima rodada

Durante a reunião, os clubes também aprovaram oficialmente, por unanimidade, a retomada do Brasileirão a partir da sétima rodada, no sábado (dia 1º de junho) , para quando estava previsto o início da nona rodada. Com isso, o campeonato seguirá sua ordem original com duas semanas de atraso. As rodadas 7 e 8, inicialmente marcadas para os finais de semana dos dias 18 e 25 de maio, foram suspensas por causa dos estragos feitos pelas chuvas no Rio Grande do Sul, situação que afetou diretamente Internacional, Grêmio e Juventude.

“Conseguimos consensuar decisões que envolvem o restante do campeonato, o calendário, o apoio da CBF, e, principalmente, os clubes do Rio Grande do Sul, que sofrem hoje com essa catástrofe climática. Esses acordos nos dão uma segurança e uma previsibilidade de trabalho”, disse o presidente do Internacional, Alexandre Barcellos.

“A gente fica feliz também que a grande maioria dos clubes entendeu a situação que estamos passando no Rio Grande do Sul. Tomamos algumas medidas paliativas pra gente retomar e minimizar o desequilíbrio”, acrescentou o presidente do Grêmio, Alberto Guerra.

Antes do adiamento geral anunciado no dia 15 de maio, os jogos dos clubes gaúchos já haviam sido adiados por 20 dias, conforme decisão tomada em 7 de maio. Por isso, o trio do Grande do Sul não jogou a sexta rodada do Campeonato Brasileiro (11 e 12 de maio) e a rodada de volta da terceira fase da Copa do Brasil.

O Inter e o Grêmio jogam pela primeira vez desde após o desastre climático nesta semana. O colorado enfrenta o Belgrano, nesta terça-feira pela Copa Sul-Americana, na Arena Barueri. Já o Grêmio volta a campo na quarta-feira a para enfrentar o The Strongest, pela Libertadores, no Couto Pereira.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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