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Agronegócio

Piauí investiu cerca de R$ 220 milhões em melhorias nas estradas

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A empresa CS Grãos do Piauí investiu cerca de R$ 220 milhões em melhorias nas estradas Transcerrados (PI-397) e Palestina (PI-262) para facilitar o transporte da produção agrícola na região sul do estado.

A empresa está planejando um investimento total de aproximadamente R$ 800 milhões ao longo de 30 anos para melhorar as condições das rodovias. Estas estradas abrangem 25 municípios, representando 25% da área do estado do Piauí e atendendo uma população de quase 200 mil habitantes.

Dentro do escopo da Parceria Público Privada (PPP), foram 144 KM de pavimentação contemplados. Além disso, por meio do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU), foram realizados 4 mil atendimentos ao público que utilizou as rodovias.

A empresa também promoveu capacitações com foco em segurança do trabalho, totalizando 171 horas de cursos na CS Grãos e empresas parceiras, além de mais de 280 horas de treinamento pela Comunidade SIMPAR. Como resultado, alcançaram 1 milhão de horas de trabalho sem acidentes com afastamentos.

Sobre a CS Infra – A CS Infra é uma plataforma responsável pela gestão de concessões de longo prazo, incluindo diversas empresas, como a Ciclus Ambiental, concessionárias de infraestrutura como a CS Grãos do Piauí, CS Aratu 12 e CS Aratu 18, além de concessões em transporte público e espaços urbanos, como o BRT em Sorocaba (SP) e o Mercado Municipal Miguel Sutil e Centro Histórico de Cuiabá (MT).

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Alta dos insumos e eventos climáticos ampliam pressão sobre o agronegócio

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O avanço dos custos de produção e a maior frequência de eventos climáticos extremos estão entre os principais desafios enfrentados pelo agronegócio mineiro em 2026. A avaliação é de que o setor convive simultaneamente com os reflexos das tensões geopolíticas internacionais, que afetam o mercado global de insumos, e com fenômenos climáticos cada vez mais imprevisíveis, capazes de comprometer a produtividade no campo.

Segundo dados apresentados durante evento realizado em Belo Horizonte, os custos dos insumos agrícolas acumularam alta de cerca de 70% desde 2019. O aumento atinge diretamente a rentabilidade dos produtores rurais e acaba repercutindo ao longo da cadeia, influenciando os preços dos alimentos que chegam ao consumidor.

A pressão sobre os custos ocorre em um contexto de forte dependência de fertilizantes e outros insumos importados. Conflitos internacionais, restrições comerciais e oscilações nos mercados globais têm provocado instabilidade nos preços e aumentado a preocupação de produtores e entidades do setor.

Diante desse cenário, uma das apostas para reduzir a vulnerabilidade das propriedades rurais tem sido a ampliação do uso de bioinsumos e o desenvolvimento de tecnologias adaptadas às condições brasileiras. A estratégia busca diminuir a dependência de produtos importados e aumentar a eficiência produtiva das lavouras.

O incentivo ao uso de variedades mais resistentes também integra esse movimento. A expectativa é que cultivares com maior tolerância a estresses climáticos e menor exigência de determinados insumos possam contribuir para reduzir custos e ampliar a resiliência das atividades agrícolas.

Minas Gerais ocupa posição de destaque na agropecuária nacional, com forte participação em cadeias como café, leite, batata, citros e diversas outras culturas. Essa diversidade produtiva ajuda a distribuir riscos e fortalece a participação do agronegócio na economia estadual.

Nos últimos anos, o setor registrou crescimento das exportações e ampliou sua contribuição para a geração de renda e empregos. Ainda assim, produtores continuam enfrentando desafios relacionados ao acesso ao crédito, à incorporação de novas tecnologias e à gestão das propriedades diante de um ambiente de negócios cada vez mais complexo.

Entre as preocupações mais imediatas está a influência do clima sobre as lavouras. Em regiões produtoras de café, episódios recentes de chuva de granizo têm gerado apreensão entre agricultores devido ao potencial de danos às plantações. Além das perdas diretas, eventos desse tipo aumentam a incerteza sobre a produção e podem afetar a qualidade dos grãos.

A combinação entre custos elevados e instabilidade climática reforça a necessidade de investimentos em inovação, pesquisa e gestão de risco. Para especialistas do setor, a capacidade de adaptação será cada vez mais determinante para manter a competitividade da agropecuária brasileira nos próximos anos.

Mesmo diante das dificuldades, o agronegócio segue como um dos principais motores da economia mineira. A expectativa é que o avanço de tecnologias, a adoção de práticas sustentáveis e a busca por maior eficiência produtiva permitam ao setor enfrentar um cenário marcado por desafios globais e mudanças cada vez mais rápidas no ambiente de produção.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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