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Plano de paz de Lula é rejeitado pela Ucrânia

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Lula durante videochamada com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, no Palácio do Planalto
Ricardo Stuckert/PR – 02.03.23

Lula durante videochamada com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, no Palácio do Planalto

A Ucrânia decidiu rejeitar uma sugestão feita pelo presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao anunciar nesta sexta-feira (7) que não vai desistir da Crimeia, uma península ucraniana anexada por Moscou ao território russo em 2014, em troca do fim da guerra.

“Não há razão legal, política ou moral que justifique o abandono de sequer um centímetro do território ucraniano”, escreveu o porta-voz da diplomacia ucraniana, Oleg Nikolenko. No entanto, ele garantiu apreciar “os esforços do presidente brasileiro para encontrar uma forma de deter a agressão russa”.

“Qualquer esforço de mediação para restaurar a paz na Ucrânia deve ser baseado no respeito pela soberania e plena integridade territorial da Ucrânia, de acordo com os princípios da Carta das Nações Unidas”, disse Nikolenko.

Nesta semana, Lula havia sugerido a Kiev que cedesse a península da Crimeia à Rússia para tentar dar um fim a guerra entre os dois países, que já dura mais de um ano. O mandatário brasileiro afirmou ainda que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, “não poderia querer tudo”.

A proposta do chefe de estado do Brasil foi formulada, ainda que com contornos vagos, para a mediação de um grupo de países no conflito na Ucrânia. O projeto deve ser apresentado pelo governante brasileiro ao presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim na próxima semana, onde ele deve fazer diversas reniões bilaterias.

Lula afirmou estar “confiante” nas chances de sucesso desse projeto e disse esperar que o grupo de países “seja criado” quando ele voltar da China.

Nos últimos meses, a Rússia afirmou repetidamente que não esta aberta a negociações que, segundo eles são impossíveis no atual contexto, e prometeu continuar sua operação militar na Ucrânia.

Sergei Lavrov, ministro das Relações Exteriores da Rússia, disse que as negociações de paz na Ucrânia só seriam possíveis caso acoentecesse uma “nova ordem mundial” sem o domínio americano.

*com informações de agências internacionais

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Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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