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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra homem investigado por crime de exploração sexual

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (17.3), a segunda fase da Operação Cesi-MT, que visa o cumprimento de mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem, de 26 anos, residente em Cuiabá. Ele já foi alvo de outra operação, realizada em setembro de 2025.

A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), visa o combate à exploração sexual infantil, e ocorre de forma permanente, com intuito de coibir crimes cometidos no ambiente virtual, envolvendo crianças e adolescentes como vítimas vulneráveis.

De acordo com o delegado responsável pela condução dos trabalhos, Guilherme da Rocha, o alvo é investigado pelo crime de posse ou armazenamento de pornografia infantil, previsto no art. 241-B, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

“Na investigação, conseguimos levantar aproximadamente 7 mil imagens de abuso sexual infantojuvenil, inclusive com bebês”, pontuou o delegado.

Com a prisão, o homem foi conduzido até a delegacia, onde foram adotadas as devidas providências legais cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

Da investigação

A investigação tem sido realizada desde 2025, a partir de informações que apontavam para o armazenamento de imagens e vídeos de abuso sexual infantojuvenil por parte do alvo.

O trabalho investigativo envolveu a análise de dados cibernéticos diversos, contido em equipamentos eletroeletrônicos – notebook, pen drive, aparelhos celulares computadores – que permitiram a identificação do alvo e, consequentemente, a representação pelo mandado de prisão, expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias de Cuiabá.

“A defesa de crianças e adolescentes no ambiente digital é uma prioridade para a Polícia Civil, e operações como a Infância Segura comprovam, mais uma vez, que a internet não é um espaço sem lei”, enfatizou o delegado.

Nome da Operação
O termo da Operação Cesi-MT refere-se ao Combate à Exploração Sexual Infantil em Mato Grosso, focado em crimes digitais.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Sema embarga área por saneamento clandestino despejado em córrego de Mirassol D´Oeste

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) embargou uma área do município de Mirassol D´Oeste, por operação de sistema de saneamento clandestino, até que seja promovida a regularização ambiental. Durante a autuação, ocorrida na sexta-feira (17.4), os fiscais identificaram o local da escavação que permitiu a entrada de resíduos sólidos e líquidos brutos no sistema de drenagem pluvial, que deságua no Córrego André. Nesta quarta-feira (22), equipes da Sema voltam ao local para fazer a coleta em vários pontos no córrego para análise em laboratório.

Foi verificado também o descarte de resíduos no local oriundos do serviço de limpa fossa. A ação imediata, requerida pela Promotoria de Justiça da Comarca do município, contou com o auxílio da Polícia Militar Ambiental, por meio da 1ª Companhia Independente de Proteção Ambiental, e Polícia Militar de Mirassol D´Oeste.

De acordo com a Sema, a área já havia sido interditada. “A continuidade das atividades em uma área formalmente interditada configura crime de desobediência à ordem administrativa ambiental e reincidência específica, agravando a responsabilidade penal dos envolvidos”, destacou o diretor da Unidade da Sema em Cáceres, Luiz Sergio Garcia.

Segundo ele, o documento e as provas colhidas serão encaminhados ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso e à Delegacia Especializada do Meio Ambiente para apuração no âmbito cível e criminal.

Além da coleta em vários pontos no córrego, será requerido ao município a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), exigido pelo Sema e pelo Ministério Público para reparar danos ambientais, focando na reabilitação do meio físico e biótico (solo, fauna, flora), na qual envolve diagnóstico, ações de revegetação e monitoramento, visando a estabilidade ambiental da área.

A introdução de carga orgânica in natura em sistema clandestino provoca a degradação sistêmica do corpo hídrico, com reflexos diretos no Rio Jauru e na bacia do Rio Paraguai, comprometendo a biodiversidade e a saúde pública regional.

Fonte: Governo MT – MT

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queiroz

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