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POLÍCIA

Polícia Civil prende mais um integrante de facção envolvido em homicídio em Rondonópolis

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Assessoria | Polícia Civil-MT

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa de Rondonópolis cumpriu, nesta sexta-feira (28.3), o mandado de prisão temporária contra mais um integrante de facção criminosa, alvo da Operação Dejanira, deflagrada dentro das investigações da morte de Diogo Alves Pereira, 33 anos, assassinado em novembro de 2023, no município.

O alvo, D.P.S. conhecido como “Dodo” é apontado como uma das pessoas responsáveis pela tortura e morte da vítima.  Ele teve a ordem de prisão cumprida na Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, onde já estava recluso por outros crimes.

A operação foi deflagrada no dia 06 de março, para cumprimento a quatro ordens de busca e apreensão e cinco mandados de prisão temporária, contra integrantes de facção criminosa, investigados por envolvimento no crime.

As investigações apontam que a vítima  foi levada até uma região conhecida como Escondidinho, onde passou por um “Tribunal do Crime”, foi “julgado” e morto por integrantes de uma facção criminosa.

Os alvos da operação são investigados pelos pelos crimes de homicídio, organização criminosa e ocultação de cadáver, visto que o corpo de Diogo não foi localizado até o momento.

A investigação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para combate à atuação de facções criminosas, por meio da Operação Inter Partes, que integra o programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

Operação Dejanira

O nome da operação, Dejanira, tem origem na mitologia grega, na história de Traquínias, de Sófocles, onde Dejanira, esposa de Héracles (Hércules), tenta recuperar o amor do marido, que se apaixonou por outra mulher. Ela envia a Héracles uma túnica embebida no sangue do centauro Nesso, acreditando que isso o fará amá-la novamente. No entanto, o sangue é venenoso e causa a morte agonizante de Héracles.

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POLÍCIA

Polícia Militar prende dois faccionados e resgata vítima de sequestro e tortura em Aripuanã

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A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu dois faccionados, de 22 e 26 anos, pelos crimes de lesão, sequestro e tortura, na madrugada deste sábado (6.6), na cidade de Aripuanã. Os suspeitos foram localizados enquanto mantinham um homem, de 30 anos, sob cárcere privado a mando de uma facção criminosa.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais receberam denúncias sobre um homem que estava mantido sob tortura por membros de uma facção criminosa. Segundo as informações, o grupo estava reunido com a vítima em um bar da cidade.

Os militares seguiram ao endereço informado e entraram no local, onde flagraram a vítima amarrada por uma corda e com lesões características de atos de tortura. Os dois suspeitos também se encontravam no local e apresentaram resistência à abordagem da PM, sendo que um deles tentou agredir um dos militares. Os dois homens foram detidos e algemados.

Em depoimento aos policiais, a vítima afirmou que estava consumindo bebidas alcoólicas em outro bar, momento em que foi rendido pelos criminosos e levado até o cativeiro. O homem também relatou que a dupla mantinha contato por telefone com outros integrantes da facção e recebia ameaças de morte por parte dos criminosos.

Com os dois suspeitos, a PM também encontrou um alicate e um canivete, usado para tortura a vítima, e porções de maconha e cocaína e três celulares.

A vítima foi resgatada e encaminhada para uma unidade de saúde. Os dois faccionados receberam voz de prisão e foram levados para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais procedimentos.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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