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Polícia do Rio apura furto de equipamentos contratados pela Petrobras

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O furto de equipamentos contratados pela Petrobras levou policiais civis da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) do Rio de Janeiro a deflagarem nesta quinta-feira (18) a Operação Subsolo. De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio, os agentes foram às ruas para cumprir nove mandados de busca e apreensão nos municípios de Duque de Caxias, São João de Meriti e Magé, na Baixada Fluminense.

Outras unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) apoiaram a operação. Os agentes acreditam que a partir de bens pessoais apreendidos na operação, será possível fazer a identificação de outros envolvidos e obter o destino dos equipamentos.

Investigação

Segundo a secretaria, a investigação teve início após a Petrobras ter identificado o desaparecimento de 75 switches, equipamentos de informática de alto valor, do depósito localizado no subsolo da sede da empresa, no centro da capital. “A companhia estava realizando uma modernização na rede de seus prédios e pretendia substituir os switches”, informou a pasta em nota.

Conforme a secretaria, depois dos trâmites licitatórios, foi selecionada uma empresa para fornecer o material e fazer a instalação dos equipamentos. “Esse trabalho ocorria gradualmente, de acordo com a necessidade da Petrobras, e os equipamentos ficavam armazenados em um depósito enquanto não eram utilizados”, completou.

A Polícia Civil informou que o espaço era também usado por outras duas empresas que prestam serviço para a Petrobras, mas não tinham autorização para mexer nos equipamentos. O sumiço dos equipamentos foi notado após um inventário geral de todos os bens do prédio, que foi realizado depois de alguns meses de instalações.

As apurações indicaram que dois funcionários de uma empresa terceirizada estavam envolvidos com o furto dos equipamentos. “Diante disso, a autoridade policial representou pelas buscas em endereços vinculados a eles”, revelou.

“Os equipamentos eletrônicos subtraídos possuem grande utilidade no ramo de provedores de internet, e os suspeitos possuem vínculos no setor como sócios ou empregados de empresas fornecedoras de sinal de internet na Baixada Fluminense”, acrescentou a Polícia Civil.

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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