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POLÍCIA

Polícia Militar continua combate às facções criminosas e deflagra segunda fase de operação em Cáceres

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O Governo de Mato Grosso segue com policiamento intensificado no combate às facções criminosas na cidade de Cáceres. Na manhã desta terça-feira (3.2), a Polícia Militar deflagrou a segunda fase da Operação Força Total – Território Livre, permanecendo com o reforço de efetivo das unidades especializadas.

A operação teve início no dia 20 de janeiro e, desde então, nenhum homicídio foi registrado na cidade. Apenas uma tentativa de homicídio ocorreu no período.

Nas duas últimas semanas, a Polícia Militar prendeu em flagrante integrantes de facções criminosas e cumpriu mandados de foragidos da Justiça.

Entre o total de suspeitos presos, estão também suspeitos que planejavam cometer execuções na cidade, mas foram interceptados pelas forças de segurança antes que concretizasse o crime. Eles estavam com armas de fogo.

O secretário de Estado de Segurança Pública, coronel PM César Roveri, destacou que, além do reforço da Polícia Militar, há um trabalho da Polícia Civil em curso, que conta com equipes de inteligência trabalhando na identificação de criminosos e produção de provas voltadas ao esclarecimento de homicídios e outros crimes, assim como a prisão dos criminosos.

“As forças policiais permanecem empenhadas em restabelecer a ordem e assegurar tranquilidade à população cacerense. Em Mato Grosso, a determinação do governador e nossa, aqui na Sesp, é de tolerância zero às facções criminosas e todas as modalidades de crimes”, completou coronel Roveri.

O comandante-geral em exercício da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel André Willian Dorileo, destacou que a operação conta com reforço policial, que tem ajudado a garantir a ordem pública dentro do município.

“O objetivo é continuar mantendo a paz e ordem pública na cidade de Cáceres com o reforço do efetivo, seguindo as diretrizes do programa Tolerância Zero do Governo do Estado. A intensa presença da força policial é de suma importância e iremos continuar aqui com nossa força total por tempo indeterminado para continuarmos frustrando crimes e combatendo as facções criminosas em toda sua totalidade”, ressaltou.

O tenente-coronel Adão César Rodrigues Silva, comandante do 6º Comando Regional, com sede em Cáceres, enfatizou que o resultado da operação se dá na diminuição de delitos e prisões de faccionados que poderiam cometer crimes dentro do município.

“Podemos comprovar com números todo o êxito da nossa operação e o preparo das forças de segurança que nela atuam. Desde o começo de nossas ações, não registramos nenhum homicídio na cidade, dobramos as ocorrências de tráfico de drogas e conseguimos interceptar diversas ações criminosas e prender faccionados que tentavam causar insegurança na nossa cidade”, finalizou.

Na operação, o efetivo policial segue reforçado com as equipes policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Regimento Montado (Cavalaria), Batalhão Ambiental, Força Tática e Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas de outros comandos regionais, além de equipes da Polícia Judiciária Civil, Polícia Penal e do Corpo de Bombeiros.

Fonte: PM MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação com alvo em ex-gerente de casa de acolhimento envolvido em desvios de benefícios

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quarta-feira (22.4), a Operação Broquel para cumprir ordens judiciais contra um esquema de desvio de benefícios de internos da Casa de Acolhimento Rogina Marques de Arruda, da Prefeitura de Várzea Grande.

São cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar e de afastamento de sigilo de dados de aparelhos eletrônicos, expedidos pela Segunda Vara Criminal de Várzea Grande. A operação tem como alvo principal o ex-gerente da unidade, que ocupou o cargo até 2024 e é investigado por crimes de peculato majorado praticados de forma continuada.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), apontam que o suspeito, valendo-se de sua função pública, da sua posição hierárquica sobre os acolhidos e da relação de confiança com eles construída, apropriou-se indevidamente de documentos pessoais, cartões bancários e benefícios assistenciais dos internos.

Saques e empréstimos

De acordo com os relatos colhidos, o ex-gerente realizava saques integrais dos benefícios e contraía empréstimos bancários não autorizados em nome das vítimas, pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social e psicológica.

Algumas das vítimas, além de viverem ou terem vivido em situação de rua, são analfabetas, possuem dificuldade de comunicação, dependência química e alcoólica ou ainda enfermidades de natureza psiquiátrica, características que, em efeito sinérgico, potencializam a condição de vulnerabilidade.

Em um dos casos documentados, um empréstimo consignado de mais de R$ 16 mil foi formalizado em nome de um acolhido, com indícios de fraude na contratação.

Além dos desvios financeiros, há denúncias de que o investigado utilizava a mão de obra dos internos para trabalhos não remunerados em sua propriedade particular e utilizava métodos de intimidação e coação psicológica para manter o controle sobre os valores desviados.

Suspensão de função pública

Contra o principal investigado, também foi determinada a suspensão do exercício da função pública, sendo ele atualmente ocupante de outro cargo na Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande, bem como o impedimento de nomeação ou contratação para outro cargo pelo Poder Público Municipal.

Foram determinadas outras medidas cautelares, como a proibição de o investigado manter contato com vítimas e testemunhas e a proibição de acesso a todos os prédios e às dependências da Secretaria Municipal de Assistência Social de Várzea Grande.

Casa de Acolhimento

A Casa de Acolhimento Rogina Marques de Arruda é um equipamento público de execução direta da Secretaria Municipal de Assistência Social de Várzea Grande, destinado ao acolhimento de homens adultos em situação de rua.

O regimento interno da unidade proíbe a retenção de documentos ou valores como condição para permanência no local, prevendo que a guarda de pertences deve ser feita com segurança e devolvida integralmente aos assistidos.

As investigações prosseguem com a análise de materiais apreendidos e a identificação de possíveis novas vítimas do esquema.

Nome da operação

A Operação Broquel (termo que remete a um escudo de proteção) visa não apenas punir os desvios de recursos públicos e particulares, mas também interromper o ciclo de abusos contra cidadãos em estado de extrema hipossuficiência social e jurídica.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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queiroz

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