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MATO GROSSO

Polícia Militar prende dupla por tentativa de latrocínio e recupera motosserras roubadas

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Policiais militares do 4º Batalhão prenderam em flagrante um homem de 66 anos e uma mulher de 20 anos por tentativa de latrocínio e posse irregular de arma de fogo, no final da manhã desta quarta-feira (21.06), em Várzea Grande. Na ação, a PM apreendeu uma arma de fogo e recuperou cinco motosserras roubadas.

Por volta de 10h15, a equipe do 4º BPM recebeu informações sobre um roubo com disparo de arma de fogo em um estabelecimento de assistência técnica, na região central. No local, os militares encontraram um homem ferido na região do pescoço e acionaram equipes médicas para socorro da vítima.

Ainda no local, testemunhas afirmaram que dois suspeitos efetuaram o roubo de cinco motosserras, momento em que o proprietário da loja reagiu e foi atingido com um tiro. As testemunhas ainda informaram que os criminosos fugiram em um veículo Uno.

Imediatamente, os policiais militares iniciaram diligências e encontraram o veículo Uno parado com as portas abertas, em uma oficina abandonada, onde no interior do carro foi localizado um revólver de calibre .32 carregado com dez munições.

Na sequência, a PM solicitou apoio de outras equipes para realizaram cerco no perímetro e localizaram as cinco motosserras levadas do estabelecimento. Ainda em varreduras por uma área de matagal, a equipe do 4º BPM localizou a suspeita de 20 anos, que afirmou que seu marido estava invadindo a área ilegalmente e que iria utilizar as motosserras para desmatar o local.

De volta à oficina, os policiais encontraram o segundo suspeito, que se apresentou como proprietário. Questionado, afirmou ser dono da arma e que o carro teria sido abandonado pelo marido da suspeita detida, após eles realizarem o roubo. Em checagem ao chassi do automóvel, foi identificado que seria produto de roubo, registrado no dia 14 deste mês.

Diante dos fatos, os dois suspeitos encontrados foram encaminhados para a Central de Flagrantes, para registro da ocorrência e demais providências.

A vítima da tentativa de latrocínio foi encaminhada para o Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande, onde está recebendo atendimento médico.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Escravidão e memória histórica são tema de webinar do MPMT

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Em diálogo com a agenda internacional de direitos humanos, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realizou, nesta quarta-feira (22), um webinar dedicado à reflexão crítica sobre a escravidão e o tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. A iniciativa destacou a centralidade da memória histórica como elemento fundamental na promoção da igualdade racial e na defesa dos direitos humanos.O webinar foi idealizado pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Escola Institucional do MPMT. O objetivo foi fomentar o debate qualificado sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão na sociedade brasileira.A palestra central foi ministrada pela escritora e imortal da Academia Brasileira de Letras Ana Maria Gonçalves, que apresentou uma abordagem acadêmica e reflexiva sobre os silêncios presentes nos registros oficiais da escravidão e seus desdobramentos na realidade social contemporânea.Segundo a autora, refletir sobre a escravidão exige compreendê-la como um processo cujos efeitos permanecem ativos no presente. “Quando a gente pensa na escravidão apenas como um episódio encerrado, perde a dimensão de como ela continua estruturando desigualdades e violências que atravessam o nosso tempo”, pontuou.Durante a exposição, Ana Maria Gonçalves apresentou conceitos desenvolvidos por pensadoras negras, como a fabulação crítica e a noção de rastro da escravidão. A partir dessas referências, destacou como a história oficial apagou trajetórias de pessoas negras e como a literatura e a pesquisa podem contribuir para a reconstrução dessas narrativas.Ao relatar o processo de criação do romance “Um defeito de cor”, a escritora explicou que a escassez de registros sobre mulheres negras escravizadas demanda um trabalho rigoroso de investigação e imaginação responsável. “Escrever essas histórias é uma forma de enfrentar a violência do arquivo e afirmar que essas vidas existiram, mesmo quando os documentos tentaram silenciá-las”, destacou.O procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, atuou como debatedor do evento e ressaltou a importância do debate no âmbito do Ministério Público e o papel das instituições públicas na construção de uma sociedade comprometida com o enfrentamento do racismo.“A obra da professora Ana Maria Gonçalves não me ensinou apenas a não ser racista, mas, sobretudo, a ser antirracista, a partir da força da sua escrita e da história que ela escolheu narrar”, afirmou o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira.Reconhecimento – Considerado a principal obra de Ana Maria Gonçalves, o romance “Um defeito de cor” venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, e foi eleito o melhor livro da literatura brasileira do século 21 por júri da Folha de S.Paulo. A obra narra a trajetória de Kehinde, mulher negra sequestrada ainda criança no Reino do Daomé e trazida ao Brasil para ser escravizada na Ilha de Itaparica, na Bahia.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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