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MATO GROSSO

Polícia Militar prende homem que atropelou companheira após discussão em Cuiabá

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Um homem, de 27 anos, foi preso por uma equipe do 24º Batalhão da Polícia Militar pelo crime de tentativa de feminicídio, na tarde desta sexta-feira (13.3), em Cuiabá. O suspeito foi localizado poucas horas depois de atropelar sua companheira, de 26 anos, após uma discussão em via pública.

Conforme o boletim de ocorrência, por volta de 5h50, os policiais do 24º BPM foram acionados para verificar uma situação de tentativa de feminicídio no bairro Nova Esperança. No local, que fica em um ponto de ônibus, os militares encontraram a vítima sendo atendida por uma equipe do Corpo de Bombeiros.

Segundo uma testemunha, que se apresentou como ex-esposo da vítima, ele teria ido até o ponto onde a mulher esperava por transporte público, para conversar a respeito do processo de separação do casal, onde aguardou a chegada dela.

No relato da testemunha, uma discussão começou entre ele e a vítima, momento em que o atual companheiro da mulher e suspeito pelo crime não teria gostado de ver a conversa entre os dois e jogou o seu carro na direção deles, atingindo apenas a mulher. Ainda de acordo com a testemunha, o suspeito não satisfeito com a ação teria dado ré no veículo e atropelado mais uma vez a vítima, fugindo em alta velocidade.

Diante das informações recebidas do suspeito e do veículo utilizado no crime, um Fiat Strada branco, os policiais iniciaram diligências pela região. Já no início da tarde, a equipe de inteligência identificou a presença do carro na comunidade Olho d’Água. Os militares seguiram até o endereço e conseguiram fazer a captura do suspeito.

O suspeito e o veículo foram encaminhados para a Delegacia de Plantão de Violência Doméstica e Sexual contra a Mulher para registro da ocorrência e demais providências. O homem foi entregue à Polícia Civil, que segue com a investigação do crime.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Feedback não é humilhação: saiba diferenciar

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Segundo o dicionário, feedback é uma palavra de origem inglesa adotada no português para indicar retorno, retroalimentação, significando o ato de dar e receber informações, comentários ou avaliações sobre o desempenho, comportamento ou resultado de uma ação.

A liderança te chama em particular para te dar um feedback sobre sua performance profissional e o que você escuta não é bem aquilo que desejava ouvir, mesmo diante de todos os seus esforços. Você fica chateado(a), se sente injustiçado(a) e até mesmo bravo(a). Isso é assédio moral? A resposta é: não! Receber feedback faz parte do mundo do trabalho e pode ajudar na condução da carreira.

É preciso entender que a vida profissional traz consigo exigências acerca de eficiência, produtividade, qualidade no serviço realizado, cumprimento de prazos e metas, sobretudo no setor público, em que o interesse público possui primazia sobre o privado. Nesse contexto, exigir essas entregas, bem como fazer críticas e avaliações sobre o trabalho e o comportamento profissional não caracterizam assédio moral, por si só.

Quer saber se sua liderança passou do ponto? Entenda que o assédio moral é causado por abuso de poder diretivo, busca incessante por cumprimento de metas inatingíveis, cultura organizacional autoritária, rivalidade, desinformação e despreparo da chefia e até mesmo inveja. Ao perceber que a conduta da liderança tem raiz em algum desses aspectos, também é preciso observar os efeitos do tratamento na pessoa que se sentiu ofendida.

Vítimas de assédio moral costumam sentir dores generalizadas, palpitações, distúrbios digestivos, pressão alta, alteração do sono, irritabilidade, crises de choro, abandono das relações pessoais, depressão, síndrome do pânico, doenças psicossomáticas, estresse e ansiedade, esgotamento físico e mental, perda do significado do trabalho, entre outros.

Todas essas informações estão no Guia de Combate ao Assédio disponibilizado pela Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário de Mato Grosso em sua página no portal do TJMT.

Apoio institucional – A Comissão também dispõe de um canal de manifestação, aberto a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizado na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

Seguindo a Resolução n. 351, de 28 de outubro de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, visando proteger o direito à intimidade e a integridade psíquica da pessoa noticiante. Também é exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.

Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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