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MATO GROSSO

Polícia Militar prende três homens e apreende mais de 200 porções de entorpecentes

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Policiais militares do 4º Batalhão apreenderam, nesta sexta-feira (27.2), 214 porções de entorpecentes e prenderam três homens em flagrante por tráfico ilícito de drogas, em Várzea Grande.

Durante o policiamento tático no bairro 24 de Dezembro, as equipes flagraram dois homens em frente a uma residência. Ao se aproximarem, um suspeito saiu em uma motocicleta, sendo detido posteriormente em outra casa.

Na abordagem, os militares encontraram algumas porções de maconha. Questionado sobre a droga, ele confessou que havia mais ilícitos escondidos no imóvel. Os policiais localizaram 112 porções de maconha e cocaína, que estavam escondidas embaixo de um armário.

Assim que os policiais saíam da casa, o suspeito passou a agredir os militares, bem como familiares e vizinhos tentaram obstruir a ação das equipes, sendo necessária a utilização de meios menos letais para impedir a injusta agressão.

O suspeito foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Segunda ocorrência

Os policiais militares flagraram outros dois homens em atitude suspeita, em frente a uma casa, no bairro Mapim, também em Várzea Grande. A dupla tentou fugir para direções opostas e pular o muro de outras residências, porém foram alcançados, abordados e detidos.

Em busca pessoal, os suspeitos portavam diversas porções de entorpecentes, entre maconha e pasta base de cocaína.

Eles retornaram ao local em que foram avistados, e as equipes localizaram outras grandes porções de drogas. Os policiais retiraram de circulação, durante essa abordagem, 102 porções, além de uma balança de precisão e dois aparelhos celulares.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Feedback não é humilhação: saiba diferenciar

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Segundo o dicionário, feedback é uma palavra de origem inglesa adotada no português para indicar retorno, retroalimentação, significando o ato de dar e receber informações, comentários ou avaliações sobre o desempenho, comportamento ou resultado de uma ação.

A liderança te chama em particular para te dar um feedback sobre sua performance profissional e o que você escuta não é bem aquilo que desejava ouvir, mesmo diante de todos os seus esforços. Você fica chateado(a), se sente injustiçado(a) e até mesmo bravo(a). Isso é assédio moral? A resposta é: não! Receber feedback faz parte do mundo do trabalho e pode ajudar na condução da carreira.

É preciso entender que a vida profissional traz consigo exigências acerca de eficiência, produtividade, qualidade no serviço realizado, cumprimento de prazos e metas, sobretudo no setor público, em que o interesse público possui primazia sobre o privado. Nesse contexto, exigir essas entregas, bem como fazer críticas e avaliações sobre o trabalho e o comportamento profissional não caracterizam assédio moral, por si só.

Quer saber se sua liderança passou do ponto? Entenda que o assédio moral é causado por abuso de poder diretivo, busca incessante por cumprimento de metas inatingíveis, cultura organizacional autoritária, rivalidade, desinformação e despreparo da chefia e até mesmo inveja. Ao perceber que a conduta da liderança tem raiz em algum desses aspectos, também é preciso observar os efeitos do tratamento na pessoa que se sentiu ofendida.

Vítimas de assédio moral costumam sentir dores generalizadas, palpitações, distúrbios digestivos, pressão alta, alteração do sono, irritabilidade, crises de choro, abandono das relações pessoais, depressão, síndrome do pânico, doenças psicossomáticas, estresse e ansiedade, esgotamento físico e mental, perda do significado do trabalho, entre outros.

Todas essas informações estão no Guia de Combate ao Assédio disponibilizado pela Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário de Mato Grosso em sua página no portal do TJMT.

Apoio institucional – A Comissão também dispõe de um canal de manifestação, aberto a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizado na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

Seguindo a Resolução n. 351, de 28 de outubro de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, visando proteger o direito à intimidade e a integridade psíquica da pessoa noticiante. Também é exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.

Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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