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Polícia pede prisão de motorista de Porsche que causou acidente em SP

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Fernando Sastre na chegada ao 30ºDP, no Tatuapé; acidente aconteceu no domingo (31) e ele deixou o local
Reprodução / TV Band

Fernando Sastre na chegada ao 30ºDP, no Tatuapé; acidente aconteceu no domingo (31) e ele deixou o local

O empresário Fernando Sastre de Andrade Filho, de 25 anos, teve sua prisão temporária pedida pela polícia após se apresentar na tarde desta segunda-feira (1º) no 30º DP , no Tatuapé, na zona leste de São Paulo.

Ele dirigia um Porsche 911 na madrugada de domingo (31), quando colidiu com um Renault Sandero na avenida Salim Farah Maluf , causando a morte do outro condutor e motorista de aplicativo, Orlando da Silva Viana, de 52 anos. Depois da batida, ele fugiu do local acompanhado da mãe.

Daniela Cristina de Medeiros Andrade havia informado aos agentes que estavam no local que levaria o filho a um hospital, mas não foi para a unidade que ela mesma indicou aos policiais.

Dentro desse contexto, o caso foi registrado como fuga de local de acidente, lesão corporal na direção de veículo automotor e homicídio culposo (sem intenção) na direção de veículo automotor.

O delegado Nelson Vinicius disse aos repórteres após o depoimento que o empresário foi indiciado por homicídio com dolo eventual: “Ele usou o carro como arma.”

Em nota enviada ao Portal iG por e-mail, a Secretaria de Segurança Pública (SSP/SP) informou que após Fernando prestar seu depoimento, ele foi indiciado criminalmente por homicídio doloso, lesão corporal e fuga de local de acidente e que o caso segue em investigação para apurar a conduta dos oficiais militares no momento do acidente.

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Veja a nota na íntegra

“O autor do acidente compareceu na delegacia na tarde desta segunda-feira (1) e, após prestar depoimento, foi indiciado criminalmente por homicídio doloso, lesão corporal e fuga de local de acidente. A autoridade policial representou pela decretação da sua prisão temporária e aguarda a apreciação do Poder Judiciário. O caso segue em investigação pelo 30º DP. A Polícia Militar instaurou uma investigação preliminar para apurar a conduta dos policiais durante a ocorrência.”

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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