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Por que Lula não pretende pedir desculpas a Israel

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Presidente Lula
PR/Ricardo Stuckert

Presidente Lula


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não pretende pedir desculpas pelas declarações polêmicas sobre o governo de Israel. A aposta dele é de que o isolamento israelense na guerra contra a Palestina é uma resposta de que o mundo concorda com as declarações.

Para Lula foi sintomático o fato de que nenhum governante do Ocidente repudiou as afirmações ou mesmo se posicionou a favor da administração de Israel. A aliados, o presidente tem dito que o recado precisava ser dado e atingiu o objetivo.

Mesmo com os ruídos da fala, Lula não se mostrou arrependido. A pessoas próximas, ele chegou a afirmar que a comparação com Hitler era para chocar e atrair a atenção do mundo para o que vem acontecendo em Gaza.

Pessoas próximas do presidente, como a primeira-dama, Janja da Silva, têm feito uma defesa veemente. Ela chegou a lembrar que Lula comparou o governo de Israel ao governo nazista e não houve comparação ao povo judeu.

Lula insiste que não se trata de uma guerra, mas de um genocídio e que a comunidade internacional precisa parar Netanyahu antes que mais inocentes morram. Nos bastidores, o mandatário brasileiro já afirmou que não tem reprimenda e muito menos sanções. Ele tem lembrado que o Brasil é muito mais participativo no cenário internacional que Israel.


Um recado claro de que Lula não irá se desculpar e dobrará a resposta contra o governo ocorreu nesta segunda-feira (19). Pouco depois do governo israelense anunciar que iria convocar o embaixador brasileiro em Israel, o presidente decidiu chamá-lo de volta ao Brasil.

Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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