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Presidente da CDL-DF defende taxação para importados de até US$ 50

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Presidente da CDL-DF defende taxação para importados de até US$ 50
Caio Barbieri

Presidente da CDL-DF defende taxação para importados de até US$ 50

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas ( CDL-DF ), Wagner da Silveira, defendeu, nesta terça-feira (28), a aprovação do projeto de lei que retoma a taxação de importações de até US$ 50 como forma de garantir uma competição mais justa entre empresas brasileiras e estrangeiras. O texto tramita no Congresso Nacional .

Para Silveira, a isenção de impostos para compras de baixo valor prejudica o varejo local e gera impactos negativos na economia.

“Não se trata de impedir que pessoas com baixo poder aquisitivo tenham acesso a produtos importados. É sobre justiça tributária e social. Deixar de tributar as compras de pequenos valores exporta emprego e crescimento econômico”, afirmou.

O presidente da entidade também destacou a sonegação fiscal por parte de empresas que se utilizam da regra que isenta remessas pessoais de até 50 dólares, enviando mercadorias de forma irregular. Ele ressaltou a importância do programa Remessa Conforme para coibir essa prática.

“O que é preciso fazer é criar uma vinculação direta entre a compra e o pagamento do impostos. Buscar uma alternativa que faça o cruzamento de informações entre a compra no cartão de crédito e a nota fiscal da loja, evitando assim o subfaturamento, que empresas vendam no cartão um valor e entreguem uma nota fiscal mais baixa para pagar menos impostos”, emendou.

Além disso, Silveira defendeu a criação de um mecanismo que vincule diretamente a compra ao pagamento de impostos, a fim de evitar irregularidades como subfaturamento. Ele propõe a implementação de uma alternativa que cruze informações entre a compra no cartão de crédito e a nota fiscal da loja.

Apesar da importância do projeto de lei, a votação foi adiada devido à falta de acordo entre governo e Congresso.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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