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Agronegócio

Presidente da Feagro e Sub-secretário de Estado discutem fortalecimento de Mato Grosso no mercado internacional

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O Presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (Feagro-MT), Isan Rezende, teve uma reunião importante para o futuro do agronegócio no Estado, com o Sub-secretário de Agronegócios e Investimentos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Anderson Lombardi.

O objetivo da reunião foi estabelecer uma agenda para fortalecer a presença do estado no mercado internacional. Durante o encontro, Lombardi destacou os resultados positivos de uma viagem de trabalho recente do governo mato-grossense, que incluiu empresários e representantes de classe dos produtores agropecuários. A viagem teve como foco o estreitamento das relações comerciais com a Índia e a China.

Lombardi expressou satisfação em ter a colaboração de Isan Rezende, agora membro do Conselho Estadual de Comércio Exterior de Mato Grosso (Cecomex/MT). A intenção é construir oportunidades de negócios e promover relações comerciais, além de divulgar as atividades empreendedoras e as oportunidades no estado.

Isan Rezende, por sua vez, reconheceu os esforços da Sedec. Ele destacou o trabalho realizado pela secretaria em alinhamento com as diretrizes do Governador Mauro Mendes.

“A Sedec vem fazendo um excelente trabalho alinhado com as diretrizes do Governador Mauro Mendes nas atividades junto ao desenvolvimento da indústria e comércio, agronegócio e turismo, buscando atrair novos investidores para o Estado, e, abertura de novos mercados para a comercialização das commodities, insumos, energia e alimentos in natura e industrializados no estado de Mato Grosso”, comentou Rezende.

Segundo o presidente da Feagro, o foco é o desenvolvimento de um trabalho conjunto da indústria e comércio, agronegócio e turismo, atraindo novos investidores e abrindo mercados para a comercialização de commodities, insumos, energia e alimentos, tanto in natura quanto industrializados.

O Cecomex/MT, órgão consultivo vinculado à Sedec, tem o papel de aconselhar sobre políticas de comércio exterior. O conselho avalia a eficácia e repercussão econômica dessas políticas e serve como um canal de diálogo e articulação entre órgãos e instituições dos setores público e privado. Seu objetivo é fortalecer a governança local e estimular a participação de pequenas e médias empresas mato-grossenses no mercado internacional.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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