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MATO GROSSO

Primeira-dama de MT lidera iniciativa com 2º Bazar Vem SER Mais Solidário para promover moda de qualidade e boa ação

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, por meio da Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf) e apoio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), deu início à organização da 2ª Edição do Bazar Vem SER Mais Solidário.

“A maioria das pessoas tem uma peça de roupa no armário ou um calçado que não usa mais, então esta é a chance de usar esses objetos para fazer o bem. E nós aceitamos tanto peças femininas, quanto masculinas e infantis. As doações já começaram a chegar. Está aí um bom motivo para que as pessoas participem dessa linda corrente do bem”, disse Virginia Mendes, explicando que o bazar ainda não tem uma data definida, pois ainda está em fase de arrecadação e curadoria das peças.

De acordo com a primeira-dama, a proposta para esta edição é de conscientizar as pessoas de que as doações podem fazer a diferença para alguém ou até mesmo fomentar projetos sociais.

“Vamos dar uma nova história às nossas roupas. Doar para o bazar é uma boa maneira de demonstrar empatia com as causas sociais e o interesse em ajudar o próximo, e dessa maneira fazer a diferença na vida de pessoas que precisam, além de apoiar projetos sociais”, pontuou Virginia.

A primeira-dama reforçou que toda a renda arrecadada durante o evento será destinada para ações sociais e que as doações já estão sendo recebidas pela Unaf e Setasc. Mais informações podem ser obtidas pelos números: (65) 98402-8404, (65) 99613-6443, (65) 99226-0798 e (65) 3613-4680.

1ª Edição

Em outubro de 2020, a primeira edição do bazar contou com o apoio de 500 doadores e conseguiu arrecadar mais de 8 mil peças novas e seminovas. A abertura do evento contou com a presença do governador Mauro Mendes, ao lado da primeira-dama Virginia Mendes, no jardim do Palácio Paiaguás, com a participação de 80 modelos mato-grossenses, entre adultos e crianças, que desfilaram peças comercializadas no bazar.

Foram oferecidos looks e marcas de diferentes estilistas, como Martha Medeiros, Roberto Cavalli, Gucci, Versace, Prada, Lolita, Patrícia Bonaldi, Fabiana Milazzo, Ricardo Almeida, Glória Coelho, Calvin Klein, entre outras marcas nacionais e internacionais.

A arrecadação foi de aproximadamente R$ 220 mil e as entidades beneficiadas foram: Associação Mato-grossense de Deficientes (Amde), R$ 5 mil; Associação de Catadores de Material Reciclável e Reutilizável Mato Grosso Sustentável (Asmat), R$ 5,5 mil; Associação de Espinha Bífida de Mato Grosso, R$ 5 mil; Centro de Ecoterapia do Regimento de Policiamento Montado da Polícia Militar, R$ 5 mil; Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), R$ 41,1 mil; Fundação Abrigo Bom Jesus, R$ 5 mil; Haras Twin Brothers, R$ 5 mil; Instituto dos Cegos de Mato Grosso, R$ 5 mil; Obras Sociais Irmã Cristhyanne Antunes, R$ 16,6 mil; Obras Sociais Mãe Zeferina, R$ 5 mil; Hospital Estadual Santa Casa, R$ 5 mil; Casa da Criança Cuiabana III, R$ 5 mil.

Outras ações

Já no ano de 2015, enquanto era primeira-dama de Cuiabá, Virginia promoveu o Bazar Boa Ação, em que no primeiro dia, 80% das peças colocadas à venda foram arrematadas. Os recursos foram destinados à reforma da ala Pediátrica do antigo Pronto Socorro.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Feedback não é humilhação: saiba diferenciar

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Segundo o dicionário, feedback é uma palavra de origem inglesa adotada no português para indicar retorno, retroalimentação, significando o ato de dar e receber informações, comentários ou avaliações sobre o desempenho, comportamento ou resultado de uma ação.

A liderança te chama em particular para te dar um feedback sobre sua performance profissional e o que você escuta não é bem aquilo que desejava ouvir, mesmo diante de todos os seus esforços. Você fica chateado(a), se sente injustiçado(a) e até mesmo bravo(a). Isso é assédio moral? A resposta é: não! Receber feedback faz parte do mundo do trabalho e pode ajudar na condução da carreira.

É preciso entender que a vida profissional traz consigo exigências acerca de eficiência, produtividade, qualidade no serviço realizado, cumprimento de prazos e metas, sobretudo no setor público, em que o interesse público possui primazia sobre o privado. Nesse contexto, exigir essas entregas, bem como fazer críticas e avaliações sobre o trabalho e o comportamento profissional não caracterizam assédio moral, por si só.

Quer saber se sua liderança passou do ponto? Entenda que o assédio moral é causado por abuso de poder diretivo, busca incessante por cumprimento de metas inatingíveis, cultura organizacional autoritária, rivalidade, desinformação e despreparo da chefia e até mesmo inveja. Ao perceber que a conduta da liderança tem raiz em algum desses aspectos, também é preciso observar os efeitos do tratamento na pessoa que se sentiu ofendida.

Vítimas de assédio moral costumam sentir dores generalizadas, palpitações, distúrbios digestivos, pressão alta, alteração do sono, irritabilidade, crises de choro, abandono das relações pessoais, depressão, síndrome do pânico, doenças psicossomáticas, estresse e ansiedade, esgotamento físico e mental, perda do significado do trabalho, entre outros.

Todas essas informações estão no Guia de Combate ao Assédio disponibilizado pela Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário de Mato Grosso em sua página no portal do TJMT.

Apoio institucional – A Comissão também dispõe de um canal de manifestação, aberto a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizado na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

Seguindo a Resolução n. 351, de 28 de outubro de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, visando proteger o direito à intimidade e a integridade psíquica da pessoa noticiante. Também é exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.

Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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