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MATO GROSSO

Primeiro dia do “TJMT Inclusivo” foca formação de magistrados e operadores do Direito

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Estão abertas as inscrições para o “TJMT Inclusivo: Autismo e Direito das Pessoas com Deficiência”, que será realizado nos dias 15 e 16 de abril. No primeiro dia, a programação acontece no Fórum de Cuiabá e é voltada à capacitação de profissionais do sistema de Justiça.

A capacitação integra a primeira edição de 2026 do evento promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e parceiros, e tem como objetivo ampliar o conhecimento técnico sobre o autismo e os direitos das pessoas com deficiência no contexto jurídico.

Formação para operadores do Direito

A programação do dia 15 é direcionada a magistrados, promotores, defensores públicos, advogados e servidores do Judiciário, com foco na qualificação profissional para atuação em demandas que envolvem pessoas com deficiência.

A proposta é aprofundar a compreensão do tema, considerando a crescente presença dessas demandas no Judiciário e a necessidade de um olhar mais atento e preparado por parte dos operadores do Direito.

A estimativa é de participação de cerca de 400 pessoas neste primeiro dia de atividades.

Faça a sua inscrição aqui.

Iniciativa integra projeto de inclusão do TJMT

O TJMT Inclusivo busca promover o diálogo entre diferentes áreas e ampliar o acesso à informação sobre inclusão, autismo e direitos das pessoas com deficiência.

Em 2025, o projeto foi realizado em Cuiabá, Cáceres, Rondonópolis, Sinop e Sorriso, com ações voltadas principalmente à capacitação de profissionais e fortalecimento de redes de atendimento.

A programação segue no dia 16 de abril, com atividades voltadas a um público mais amplo, incluindo profissionais da educação, em encontro que será realizado na Igreja Lagoinha Cuiabá.

As inscrições para o dia 16 podem ser realizadas através deste link.

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MATO GROSSO

Feedback não é humilhação: saiba diferenciar

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Segundo o dicionário, feedback é uma palavra de origem inglesa adotada no português para indicar retorno, retroalimentação, significando o ato de dar e receber informações, comentários ou avaliações sobre o desempenho, comportamento ou resultado de uma ação.

A liderança te chama em particular para te dar um feedback sobre sua performance profissional e o que você escuta não é bem aquilo que desejava ouvir, mesmo diante de todos os seus esforços. Você fica chateado(a), se sente injustiçado(a) e até mesmo bravo(a). Isso é assédio moral? A resposta é: não! Receber feedback faz parte do mundo do trabalho e pode ajudar na condução da carreira.

É preciso entender que a vida profissional traz consigo exigências acerca de eficiência, produtividade, qualidade no serviço realizado, cumprimento de prazos e metas, sobretudo no setor público, em que o interesse público possui primazia sobre o privado. Nesse contexto, exigir essas entregas, bem como fazer críticas e avaliações sobre o trabalho e o comportamento profissional não caracterizam assédio moral, por si só.

Quer saber se sua liderança passou do ponto? Entenda que o assédio moral é causado por abuso de poder diretivo, busca incessante por cumprimento de metas inatingíveis, cultura organizacional autoritária, rivalidade, desinformação e despreparo da chefia e até mesmo inveja. Ao perceber que a conduta da liderança tem raiz em algum desses aspectos, também é preciso observar os efeitos do tratamento na pessoa que se sentiu ofendida.

Vítimas de assédio moral costumam sentir dores generalizadas, palpitações, distúrbios digestivos, pressão alta, alteração do sono, irritabilidade, crises de choro, abandono das relações pessoais, depressão, síndrome do pânico, doenças psicossomáticas, estresse e ansiedade, esgotamento físico e mental, perda do significado do trabalho, entre outros.

Todas essas informações estão no Guia de Combate ao Assédio disponibilizado pela Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário de Mato Grosso em sua página no portal do TJMT.

Apoio institucional – A Comissão também dispõe de um canal de manifestação, aberto a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizado na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

Seguindo a Resolução n. 351, de 28 de outubro de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, visando proteger o direito à intimidade e a integridade psíquica da pessoa noticiante. Também é exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.

Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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