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POLÍCIA

Primeiro leilão da Polícia Civil arrecada R$ 648 mil com venda de sucatas

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O primeiro leilão da Polícia Civil de Mato Grosso arrecadou R$ 648 mil com a venda de veículos sucateados. A iniciativa inédita transformou sucata em recurso financeiro, que será destinado ao fortalecimento das ações da instituição.

Realizado na sexta-feira (27.2), na modalidade online, o leilão foi exclusivo para pessoas jurídicas. Do total de 282 lotes ofertados, 250 lotes foram arrematados, o equivalente a 88% dos lotes.

As duas próximas etapas, para o leilão dos 32 lotes restantes, estão agendadas para os dias 10 e 18 de março.

O lelião

O lance inicial foi de aproximadamente R$ 236 mil, sendo arrecadado o total de R$ 648 mil.

O valor será revertido para investimento na segurança pública, sendo depositado em juízo para posterior destinação a ações de prevenção e repressão à criminalidade em Mato Grosso.

Além do impacto financeiro, a iniciativa também gerou benefício ambiental. O descarte adequado das sucatas permitiu a limpeza da área do setor de transporte da Polícia Civil, contribuindo para um ambiente mais seguro e evitando riscos de contaminação do solo e da água.

Processo do leilão

A venda pública das sucatas foi realizada por uma empresa leiloeira, seguindo o modelo já adotado pela Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), por meio da Comissão Permanente de Avaliação e Alienação de Bens.

O edital (nº 001/2026) foi publicado no dia 5 de fevereiro. O aviso de licitação foi divulgado no Jornal Estadão de Mato Grosso, na página 7 de Classificados, com circulação no dia 5 de fevereiro de 2026.

Os veículos sucateados foram apreendidos há mais de décadas e não possuíam mais condições de circulação ou utilização, sendo colocados à venda pública para o reaproveitamento de peças ou de material metálico.

A realização do leilão foi possível em razão da parceria entre a Polícia Civil, o Tribunal de Justiça, o Ministério Público e a Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso, com base na Resolução Conjunta n. 01/2025, bem como com a Secretaria de Estado de Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil mira grupo de traficantes que transportava drogas ocultadas em eletrodomésticos

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (2.6), a Operação Frete Frio, que mira um grupo criminoso suspeito de transportar drogas para outros estados escondidas em eletrodomésticos enviados por transportadoras. A ação cumpre ordens judiciais e busca interromper o esquema investigado pelas forças de segurança.

Na operação, são cumpridos três mandados de prisão preventiva, três mandados de busca e apreensão domiciliar e medidas de bloqueio de contas bancárias e ativos financeiros até o limite de R$ 400 mil por investigado. As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá.

As medidas foram decretadas com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) e são cumpridas nas cidades de Cuiabá, onde estão concentrados dois dos alvos, e em Aparecida de Goiânia (GO).

O cumprimento das ordens judiciais conta com o apoio das equipes da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil de Mato Grosso e da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil de Goiás.

Descoberta do esquema

A investigação foi iniciada em 27 de abril deste ano, após a apreensão de aproximadamente 15 quilos de cocaína ocultada no interior de um climatizador de ar despachado de Cuiabá com destino ao Estado de Goiás. O entorpecente estava dividido em 14 tabletes envoltos em fita adesiva e acondicionado dentro do eletrodoméstico. Posteriormente, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) confirmou tratar-se de cocaína.

Em continuidade às investigações, os policiais da Denarc identificaram o responsável pelo despacho da encomenda em uma empresa de transporte localizada em Cuiabá. Por meio de imagens do circuito de monitoramento e comprovantes de pagamento via Pix, foi possível identificar um dos integrantes do grupo, apontado como responsável pelo envio da carga ilícita.

As investigações também revelaram que o climatizador utilizado para ocultar a droga foi adquirido por outro integrante do grupo, que teria realizado a compra do equipamento e solicitado a emissão da nota fiscal em nome de um terceiro investigado, morador de Aparecida de Goiânia (GO) e apontado como destinatário da encomenda.

“Os investigados atuavam na logística do transporte interestadual da droga, utilizando o envio de mercadorias e eletrodomésticos como mecanismos para ocultar os entorpecentes e dificultar a fiscalização policial”, explicou o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho.

Nome da operação

O nome “Frete Frio” faz referência ao método empregado pelo grupo criminoso, que utilizava equipamentos de climatização e o serviço regular de transporte de cargas para dissimular a movimentação de drogas entre estados, conferindo aparência de legalidade à atividade ilícita.

Operação Pharus

A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, inserida no Programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento das facções criminosas em todo o Estado.

Renarc

A investigação também integra os trabalhos da sexta fase da Operação Narke, da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento do Narcotráfico (Renarc).

A rede reúne os delegados titulares das unidades especializadas e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para definir estratégias de enfrentamento ao narcotráfico em todo o país.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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queiroz

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