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BRASIL

Privatização da Sabesp: Tarcísio deve enviar plano à Alesp em outubro

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas
Renato Pizzutto/iG – 13.09.2023

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deve enviar à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), em outubro, o projeto de lei que visa a privatização da Sabesp.

A minuta do que deve se tornar o projeto já está com o governador, segundo informações da CNN Brasil. O documento, ainda de acordo com as informações, autoriza a privatização e contém medidas solicitadas por prefeitos, como a inclusão da cobrança da taxa de lixo na mesma conta da Sabesp. A empresa é, atualmente, a maior estatal do governo de São Paulo.

O governo precisará de maioria simples na Alesp para aprovar o projeto; isto é, 94 votos favoráveis dos deputados estaduais. Nas últimas semanas, Tarcísio realizou conversas com 375 prefeitos do estado, nas quais argumentou em favor da privatização, tendo como principais pontos a redução da tarifa e a universalização de serviços.

Ainda sem previsão exata do percentual de redução da tarifa, argumenta-se que haverá queda de até 6%. Nas conversas com prefeitos, o governador tentou frisar que não haveria aumento no valor do serviço com a privatização.

Esse tem sido um dos principais argumentos da oposição. Em agosto, o pré-candidato à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL-SP), atual deputado federal mais votado no estado, disse que “se ocorrer, a privatização vai encarecer o custo da conta de água da população de todas as cidades atendidas pela Sabesp, não só da capital”.

Atualmente, a Sabesp é uma empresa de capital aberto, com 50,3% das ações pertencentes ao governo de São Paulo. O restante das ações é negociado nas bolsas de valores B3 de São Paulo e na Bolsa de Nova York.

Logo após assumir seu mandato, Tarcísio de Freitas informou que poderia concluir a venda da Sabesp até 2024, em modelo similar ao da Eletrobras, ou seja, de diluição das ações da companhia na Bolsa de Valores com perda de controle do estado. O governo de São Paulo formula a contratação de quatro bancos, dois nacionais e dois internacionais, para fazer a modelagem da venda da estatal.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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