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Agronegócio

Produtores comemoram zeramento do imposto sobre carnes

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A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e os produtores de alimentos avícolas e suinícolas comemoraram a aprovação pela Câmara dos Deputados da inclusão de carnes na cesta básica desonerada. A decisão foi parte do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária votado na quarta-feira (10.07). LEIA AQUI

Após uma semana de intensas discussões entre autoridades do Executivo e do Legislativo, a inclusão de proteína animal, queijo e sal na cesta desonerada foi aprovada por ampla maioria, contando com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e de diversos produtores.

A ABPA divulgou uma nota celebrando a decisão:

“A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e os produtores de alimentos avícolas e suinícolas celebraram hoje a decisão histórica da regulamentação da Reforma Tributária com a inclusão das carnes na Cesta Básica Isenta, após votação ocorrida há pouco no Plenário da Câmara dos Deputados.

É uma vitória daqueles que lutam pela segurança alimentar do País, e que compreendem que o direito ao acesso às carnes e aos seus nutrientes essenciais deve ser preservado.

O Brasil é um dos maiores consumidores de proteínas animais do mundo, com consumo médio per capita superior a 100 quilos.

Neste sentido, a ABPA registra os seus agradecimentos à sensibilidade do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, e de todos os integrantes da FPA, de outras Frentes e dos demais congressistas, o que permitiu a inclusão das proteínas animais na cesta básica isenta.”

Com a aprovação desta medida, a ABPA e os produtores esperam um impacto positivo na segurança alimentar do país, garantindo que a população continue a ter acesso a proteínas animais essenciais.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Alta dos insumos e eventos climáticos ampliam pressão sobre o agronegócio

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O avanço dos custos de produção e a maior frequência de eventos climáticos extremos estão entre os principais desafios enfrentados pelo agronegócio mineiro em 2026. A avaliação é de que o setor convive simultaneamente com os reflexos das tensões geopolíticas internacionais, que afetam o mercado global de insumos, e com fenômenos climáticos cada vez mais imprevisíveis, capazes de comprometer a produtividade no campo.

Segundo dados apresentados durante evento realizado em Belo Horizonte, os custos dos insumos agrícolas acumularam alta de cerca de 70% desde 2019. O aumento atinge diretamente a rentabilidade dos produtores rurais e acaba repercutindo ao longo da cadeia, influenciando os preços dos alimentos que chegam ao consumidor.

A pressão sobre os custos ocorre em um contexto de forte dependência de fertilizantes e outros insumos importados. Conflitos internacionais, restrições comerciais e oscilações nos mercados globais têm provocado instabilidade nos preços e aumentado a preocupação de produtores e entidades do setor.

Diante desse cenário, uma das apostas para reduzir a vulnerabilidade das propriedades rurais tem sido a ampliação do uso de bioinsumos e o desenvolvimento de tecnologias adaptadas às condições brasileiras. A estratégia busca diminuir a dependência de produtos importados e aumentar a eficiência produtiva das lavouras.

O incentivo ao uso de variedades mais resistentes também integra esse movimento. A expectativa é que cultivares com maior tolerância a estresses climáticos e menor exigência de determinados insumos possam contribuir para reduzir custos e ampliar a resiliência das atividades agrícolas.

Minas Gerais ocupa posição de destaque na agropecuária nacional, com forte participação em cadeias como café, leite, batata, citros e diversas outras culturas. Essa diversidade produtiva ajuda a distribuir riscos e fortalece a participação do agronegócio na economia estadual.

Nos últimos anos, o setor registrou crescimento das exportações e ampliou sua contribuição para a geração de renda e empregos. Ainda assim, produtores continuam enfrentando desafios relacionados ao acesso ao crédito, à incorporação de novas tecnologias e à gestão das propriedades diante de um ambiente de negócios cada vez mais complexo.

Entre as preocupações mais imediatas está a influência do clima sobre as lavouras. Em regiões produtoras de café, episódios recentes de chuva de granizo têm gerado apreensão entre agricultores devido ao potencial de danos às plantações. Além das perdas diretas, eventos desse tipo aumentam a incerteza sobre a produção e podem afetar a qualidade dos grãos.

A combinação entre custos elevados e instabilidade climática reforça a necessidade de investimentos em inovação, pesquisa e gestão de risco. Para especialistas do setor, a capacidade de adaptação será cada vez mais determinante para manter a competitividade da agropecuária brasileira nos próximos anos.

Mesmo diante das dificuldades, o agronegócio segue como um dos principais motores da economia mineira. A expectativa é que o avanço de tecnologias, a adoção de práticas sustentáveis e a busca por maior eficiência produtiva permitam ao setor enfrentar um cenário marcado por desafios globais e mudanças cada vez mais rápidas no ambiente de produção.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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