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POLÍTICA

Profissionais de Administração são homenageados em sessão especial

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Profissionais da área de Administração foram homenageados durante sessão especial realizada na noite desta segunda-feira (15), no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). 

As honrarias foram concedidas pelo presidente do Legislativo Estadual, deputado Eduardo Botelho (União Brasil), a 47 administradores, pelos relevantes serviços prestados ao estado. Entre eles, membros do Conselho Regional de Administração de Mato Grosso (CRA-MT), pesquisadores e profissionais com atuação em diferentes setores.

Em sua fala, Botelho salientou a importância do administrador para o crescimento econômico do país, do estado e das cidades e lembrou que a função social da profissão está muito além do controle de empresas.

“O fato deste profissional se encontrar num ponto-chave, onde as intenções sociais são concretizadas em realizações, coordenando grupos transdisciplinares e tornando possível a produção e consequente manutenção do padrão material da sociedade, torna-o dono de responsabilidades para com a própria configuração do modo de produção e do entendimento das demandas da sociedade. O bom administrador é peça fundamental de boa engrenagem tanto da administração pública como das empresas de capital privado e do terceiro setor”, afirmou.

Segundo o presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Leonardo Macedo, homenageado com título de cidadão mato-grossense, há atualmente 450 mil profissionais de administração registrados em todo Brasil e cerca de 7,2 mil em Mato Grosso. 

“Nós somos uma comunidade muito grande e agradeço muito ao nosso presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso por hoje nos receber nesta Casa. Estou muito honrado por receber o título de cidadão do Mato Grosso junto com outros pares meus, pois este estado sempre deu vez aos profissionais de administração, mais até do que outros do país”, afirmou.

Agraciado com moção de aplausos, o presidente do CRA-MT e secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), César Alberto Miranda, reforçou a relevância do profissional da área para a sociedade.

“O administrador é aquele que planeja e que ajuda a executar através de técnicas de administração já conceituadas e inovadoras. É aquele que busca a eficiência a todo momento para a execução das metas, tanto na área privada quanto na área pública. É uma profissão lindíssima, de muita importância para a sociedade, e que tem ganhado cada vez mais espaço e respeito”, disse.

O empresário, ex-secretário chefe da Casa Civil e suplente de senador de Mato Grosso, Mauro Carvalho, também foi homenageado por Eduardo Botelho com moção de aplausos e destacou o valor do reconhecimento à profissão.
“Muitas vezes a gente enxerga o administrador de empresas ligado apenas à iniciativa privada, mas ele também atua no Poder Público e está presente em várias atividades da sociedade. O administrador de empresas, com a sua forma de fazer a gestão, é o que impulsiona a economia deste país e que impulsiona a economia do nosso estado de Mato Grosso. A administração fez total diferença na minha vida profissional e foi o que me trouxe até aqui. Sinto-me muito lisonjeado com essa honraria e parabenizo também todos os demais homenageados”, declarou.


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: imprensa1al@gmail.com


Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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