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Quatro estudantes do Senai-DF disputam torneio de profissões técnicas na França
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oestenews
A partir desta terça-feira (10), a cidade de Lyon, na França, sediará a 47ª edição da WorldSkills, principal torneio de profissões técnicas do mundo. Quatro estudantes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF) representarão a instituição e o Brasil na disputa, que reunirá competidores de 72 países até o próximo domingo (15). Eles demonstrarão suas habilidades na busca por medalhas que atestam a excelência em provas, simulando o dia a dia de trabalho em diferentes ocupações.
Samuel Augusto Marins Bastos e Thaylon Roberto Muniz da Silva competirão na ocupação de Segurança Cibernética. A dupla garantiu a vaga ao conquistar a medalha de ouro na seletiva nacional. Indicados pelo Senai-DF , Miguel Herculano Sousa e Rian Patrik da Conceição Lima defenderão o Brasil, respectivamente, em Pintura Decorativa e em Funilaria. Os quatro competidores do Senai-DF integram a delegação brasileira, formada por 64 jovens de diferentes profissões — 57 do Senai e sete do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Representando oito estados e o DF, eles defenderão o Brasil em 56 das 62 ocupações da competição.
“A WorldSkills é uma referência, a culminância do processo de educação, em que temos os melhores atletas do conhecimento na linha de formação profissional. Fazendo uma analogia, é como se fosse a olimpíada” , explica o diretor regional do Senai-DF, Marco Secco.
A competição é também uma oportunidade para promover a troca de conhecimentos e observar tendências para o fortalecimento da indústria nacional. “A participação na WorldSkills nos permite acompanhar o estado da arte da tecnologia em nível mundial. Naturalmente, a gente consegue fazer intercâmbio e perceber oportunidades e novas tecnologias que surgem e, com isso, desenvolver nos nossos programas uma atualização tecnológica que seja compatível para a necessidade da indústria brasileira” , avalia o diretor.

Segurança Cibernética Na ocupação de Segurança Cibernética, a disputa é em duplas. O Brasil será representado por Samuel Augusto Marins Bastos e Thaylon Roberto Muniz da Silva. As provas são compostas por três módulos autônomos, que abrangem segurança de infraestrutura corporativa, investigação forense e CTF — sigla para Capture the Flag, disputa em que os competidores precisam encontrar vulnerabilidades no sistema, as chamadas bandeiras.
“A área de cibersegurança abrange muita coisa e a carga de conhecimento entre nós é dividida. Esta é uma oportunidade única de representar o Brasil e o Senai. As expectativas estão altas e a gente está se preparando ao máximo para ter o melhor resultado lá” , explica Thaylon, de 19 anos e morador de Vicente Pires, que ingressou no Senai por meio do Novo Ensino Médio.
Samuel, de 21 anos, diz que é impossível não estar nervoso, mas que tem controlado as emoções. “De certa forma, eu me sinto mais animado do que qualquer outra coisa. A gente tem trabalhado muito para isso e espero em setembro dar notícias boas” , avalia ele, também morador de Vicente Pires. Samuel iniciou a história no Senai-DF em 2020, no curso Técnico em Eletrotécnica ofertado pelo programa DF Inova Tech. Samuel e Thaylon praticam diariamente no Instituto Sesi/Senai de Tecnologias Educacionais, na Asa Norte, com o treinador e expert Felipe Santos Carvalho. Duplas de competidores de 21 países e regiões disputarão a modalidade.
Pintura Decorativa A ocupação de Pintura Decorativa terá como representante do Senai-DF Miguel Herculano Sousa, de 16 anos, sob orientação da treinadora e expert Pâmela Gazoni. Nesta modalidade, haverá participantes de 23 países e regiões, que competirão de forma individual. A avaliação ocorrerá em seis módulos, com análises de técnicas de pintura, velocidade, mistura de cores e aplicação de papel de parede.
Morador de Samambaia, Miguel conta que os treinamentos diários no Senai Taguatinga o ajudam a se acostumar com o ritmo intenso de trabalho contra o tempo que a competição exige. “Eu me acalmo e lembro que estou indo lá fazer o que eu sei fazer, para dar o melhor de mim e buscar a medalha” , diz Miguel, que começou no Senai-DF na modalidade de aprendizagem e depois se formou em Processo de Construção a Seco – Drywall, na modalidade de qualificação.

Funilaria Rian Patrik da Conceição Lima, de 18 anos, será o representante brasileiro na ocupação de Funilaria. Os competidores dessa modalidade, que são de 18 países e regiões, deverão, de forma individual, mostrar habilidades da profissão em testes divididos em seis módulos, que abrangem a preparação para diagnóstico e correção, a substituição de peças, o conserto de painel, o reparo em peças plásticas e o ajuste de folga do painel do veículo.
“Entrei no Senai pelo curso Técnico em Manutenção Automotiva [no Novo Ensino Médio]. Quando descobri que iria para a França competir, fiquei muito ansioso para chegar logo o dia. Estou treinando com a certeza de que tenho capacidade de subir no pódio e trazer medalha” , destaca Rian, que é morador de Ceilândia e treina diariamente no Senai Taguatinga. Rian é acompanhado pelo treinador Valmir Tavares de Souza e pelo expert Wemerson Nascimento Alves.
O que é a WorldSkills A WorldSkills é o principal torneio mundial de profissões técnicas e nasceu na Espanha, em 1950, logo após a Segunda Guerra Mundial. O Brasil se filiou à competição em 1981 e fez a primeira participação em 1983. A disputa ocorre a cada dois anos e as primeiras medalhas brasileiras nas diferentes profissões foram conquistadas em 1989. No Brasil, o Senai e o Senac realizam as seletivas que definem os competidores que seguirão para a disputa internacional.
A competição de 2024, que será a 47ª da história, retornará a Lyon, na França, quase 30 anos após a 33ª edição, ocorrida na cidade em 1995. Neste ano, serão 1,4 mil competidores de 72 países e regiões, em 62 profissões distribuídas em seis setores ocupacionais: Artes Criativas e Moda, Serviços Sociais e Pessoais, Tecnologia da Construção e Edificação, Tecnologia da Informação e Comunicação, Tecnologia da Manufatura e Engenharia e Transporte e Logística.
A cerimônia de encerramento ocorrerá no domingo. Aqueles que subirem ao pódio receberão medalhas de ouro, prata e bronze por suas profissões. Outros dois tipos de medalhas serão concedidos: Melhor da Nação e Medalhão de Excelência.
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Fonte: Nacional
BRASIL
Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?
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1 ano atrásem
janeiro 2, 2025Por
oestenews
Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.
Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.
E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.
Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.
Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.
Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.
No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.
O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.
2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!
Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco
Fonte: Auto
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