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Quatro pessoas são mortas perto de comunidade quilombola na BA

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Três mulheres e um homem foram assassinados no município de Jeremoabo, interior da Bahia, na manhã do último domingo (12).

As vítimas, que são de uma mesma família e foram identificadas como Flávia Nunes de Jesus, de 32 anos, Dominga Maria de Jesus Silva, de 68 anos, Judite Angelina de Jesus Santos, de 74 anos, e Eguinaldo de Jesus Silva, de 43 anos, foram encontradas dentro de um veículo, na estrada que dá acesso à comunidade de Casinhas. As vítimas foram mortas a tiros.

De acordo com a Polícia Civil da Bahia, uma quinta vítima foi atingida por disparos e encaminhada a uma unidade de saúde. Procurada pela reportagem da Agência Brasil, a Polícia Militar (PM) do estado informou que a vítima socorrida é um homem. “O local foi isolado para a realização de perícia”, acrescentou a PM, em nota.

A Polícia Civil informou que há indícios de que os homicídios tenham acontecido em um contexto de disputa entre famílias rivais da comunidade quilombola. A reportagem procurou a Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (Conaq) para saber qual a relação das vítimas com a comunidade quilombola, mas não teve retorno até o fechamento desta matéria.

Quilombolas como alvo de violência

Um balanço da Conaq indica que, nos últimos dez anos, foram registrados 35 assassinatos de quilombolas. No relatório consolidado sobre os casos, a Bahia, com nove casos, se destaca como um dos estados com maiores índices desse tipo de violência, juntamente com o Pará e o Maranhão. 

Somente este ano, a Conaq tomou conhecimento de cinco execuções na Bahia. Todas as vítimas foram mortas com arma de fogo e eram lideranças das comunidades onde viviam, com exceção de José William Santos Barros, morto em Juazeiro (BA), e Edinaldo da Silva Amaral, que foi morto em 17 de fevereiro, em Tomé-Açu (PA), e era primo de Nazildo dos Santos Brito, líder quilombola assassinado em 2018.

Um dia depois do assassinato de Amaral, o presidente da comunidade quilombola Mucambo, Luis Fernando de Jesus Santana, foi morto no centro de Santa Cruz de Goiás, no sul do estado, em sua casa.

Seis meses depois, em 17 de agosto, a líder e coordenadora da Conaq Bernadete Pacífico, apelidada da Mãe Bernadete, era assassinada dentro da associação do Quilombo Pitanga dos Palmares.

No dia 27 de outubro, quem perdia a vida era José Alberto Moreno Mendes, mais conhecido como Doka, atingido por tiros em frente à sua casa, por dois homens de moto, no município de Itapecuru-Mirim (MA).

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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