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POLÍTICA

Rádio Assembleia de MT participa simpósio de nacional sobre comunicação pública

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A Rádio Assembleia, que integra a Rede Legislativa Nacional da TV e Rádio Câmara, participou do 6⁰ Simpósio Nacional de Rádio, que aconteceu esta semana na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). Ao longo de três dias (de 27 a 29 de maio) o encontro promoveu debates entre profissionais da comunicação pública, além de cursos e apresentações de trabalhos acadêmicos. Este ano a programação comemora os 25 anos de criação da Rádio Câmara, veículo oficial de divulgação da Câmara dos Deputados.

A superintendente da Rádio ALMT (FM 89,5), Tatiana Medeiros, participou do evento e compôs o painel “Diferentes olhares para a pluralidade e a diversidade”, realizado na tarde de terça-feira (28). Ela falou sobre os desafios e os esforços empenhados pela emissora para adotar essa perspectiva tanto para a rotina de produção, quanto para a grade de programação. “O tema encaixa-se perfeitamente na Rádio ALMT, cuja pluralidade cultural é indiscutível”, destacou Medeiros.

Segundo ela, a Rádio Assembleia possui o maior acervo musical regional do estado. “Isso é reflexo do trabalho de valorização da nossa cultura desde o início, há nove anos”, avalia. “A regionalidade é perceptível em nossa grade de programação, com diversos quadros voltados para a rica cultura mato-grossense”.

Medeiros explicou ainda que, em termos de diversidade, a Rádio ALMT está na vanguarda. “A Rádio Assembleia abre constantemente seus microfones para que mulheres, pessoas trans, negros, quilombolas, indígenas e membros de movimentos sociais legítimos possam se expressar livremente, sem censura”, disse. “Além disso, em parceria com a TVAL, implementamos a autodescrição, auxiliando pessoas cegas a identificarem melhor os apresentadores e locutores”, complementou.

Tatiana Medeiros avalia que Rádio Assembleia inspira mudanças positivas na sociedade mato-grossense e que a participação no simpósio é uma valiosa oportunidade de compartilhar experiências que já consolidaram a emissora junto aos ouvintes.

Ela avalia ainda a importância de ter profissionais esforçados em fazer uma comunicação de interesse público. “Toda programação da rádio, desde a produção dos programas de jornalismo institucional até a grade cultural, conta com a dedicação de mais de 20 servidores que pesquisam tudo sobre a cultura e os sons regionais, além de trazerem temas variados de representatividade inclusiva para garantir a diversidade da grade e valorização regional”, afirmou com orgulho.

Simpósio Nacional de Rádio

O evento, que está na sexta edição, acontece a cada dois anos. O evento é promovido pelo Grupo de Pesquisa em Rádio e Mídia Sonora da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) e a Câmara dos Deputados, reunindo profissionais das emissoras de todo país, além de professores, pesquisadores e estudantes de comunicação em geral para troca de conhecimento.

A organização acontece em parceria com a Universidade de Brasília e com o apoio da Rádio França Internacional, o Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento da Câmara dos Deputados e o GP Rádio e Mídia Sonora.


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: imprensa1al@gmail.com


Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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