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Real Madrid bate Borussia Dortmund e leva a 15ª Champions League

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Real Madrid bate Borussia Dortmund e leva a 15ª Champions League
ESTADÃO CONTEÚDO

Real Madrid bate Borussia Dortmund e leva a 15ª Champions League

Não há surpresa capaz de desmontar o pacto que o Real Madrid tem com a Liga dos Campeões. Neste sábado (1), o Estádio de Wembley, em Londres, assistiu a mais uma amostra do peso da tradição dos merengues na maior competição da Europa. O Borussia Dortmund foi melhor por um tempo todo e não fez o necessário, viu o time espanhol reagir no segundo tempo e ficar com o 15º título continental de sua história.

Os gols do Real Madrid foram marcados por Dani Carvajal e Vinícius Júnior. O brasileiro caminhava para uma participação apagada, mas apareceu na hora certa e mostrou o porquê de ser apontado como um dos favoritos a levar o prêmio de melhor jogador do mundo. Também há de se destacar o goleiro Thibaut Courtois. O belga enfrentou lesões ao longo da temporada, voltou à titularidade e fez a diferença para os merengues.

Os 15 títulos do Real Madrid vieram nas temporadas de 1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66, 1997-98, 1999-00, 2001-02, 2013-14, 2015-16, 2016-17, 2017-18 e 2021-22. Em 18 finais, só perdeu três. Não há como contestar a dimensão do clube merengue.

O início do jogo evidenciou as principais características das duas equipes. Enquanto os alemães prezavam pela cadência, os espanhóis aceleravam as jogadas, especialmente pelas laterais na busca pela abertura do marcador. Tanto Real Madrid quanto Borussia Dortmund criaram situações de perigo, mas os alemães foram mais incisivos.

O Borussia Dortmund ficou mais confortável com a temperatura do jogo. Adeyemi e Füllkrug perderam chances impressionantes. O jogo ganhou em emoção e mostrou um time alemão mais versátil, apto a mesclar um perfil mais resguardado e em alerta para as oportunidades contragolpe.

Vini Jr. não se omitiu da responsabilidade de ser o líder merengue em campo. Porém, o brasileiro foi muito bem marcado e teve chances escassas. O gol ficou longe do atacante. Para o Real Madrid parecia que a final era apenas mais um jogo. Faltou ambição e variação tática para conter a vontade do Borussia Dortmund.

O primeiro tempo desbancou a aura de favorito do Real Madrid. O Borussia Dortmund foi muito melhor em todos os setores. Se não fosse por Courtois, o placar não teria terminado zerado nos 45 minutos iniciais. Como de praxe nas últimas decisões europeias, gols se tornaram item raro.

O Real Madrid voltou do intervalo com mais volume de jogo, tentando apagar a imagem que deixou na etapa inaugural. De fato, os merengues passaram a dominar o jogo e chegar à grande área alemã com maior frequência. O gol ficou mais maduro pelo lado espanhol.

Aos 29, o que estava se desenhando foi concretizado. Após cobrança de escanteio de Toni Kroos, Carvajal subiu na primeira trave para desviar e colocar o Real Madrid em vantagem em Wembley.

A vantagem no placar não diminuiu o ímpeto merengue. Camavinga, Nacho e Kroos exigiram grandes defesas do goleiro Kobel. Mas a noite londrina tinha de premiar os destaques técnicos do Real Madrid. Aos 38, Bellingham se aproveitou de falha de Maatsen, encontrou Vini Jr. pela esquerda, que chutou cruzado e fez o segundo.

BORUSSIA DORTMUND 0 X 2 REAL MADRID

BORUSSIA DORTMUND – Kobel; Ryerson, Hummels, Schlotterbeck e Maatsen; Emre Can (Malen), Sabitzer e Brandt (Haller); Sancho, Füllkrug e Adeyemi (Reus). Técnico: Edin Terzic.

REAL MADRID – Courtois; Carvajal, Rüdiger, Nacho e Mendy; Valverde, Camavinga, Kroos (Modric) e Bellingham (Joselu); Rodrygo (Éder Militão) e Vini Jr. (Lucas Vázquez). Técnico: Carlo Ancelotti.

GOLS – Carvajal aos 29 e Vinícius Júnior aos 38 minutos do 2º tempo. ÁRBITRO – Slavko Vincic (Fifa-ESL). CARTÕES AMARELOS – Schlotterbeck, Hummels, Sabitzer e Vinícius Júnior. PÚBLICO – Não disponível. LOCAL – Estádio de Wembley, em Londres.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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