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RJ tem alerta para novos temporais após mortes no fim de semana

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Enchentes atingem o RJ
Reprodução/Twitter

Enchentes atingem o RJ

Após as fortes chuvas que atingiram o Rio de Janeiro nesse final de semana, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de tempestades em todo o estado válido até as 10h desta segunda-feira (15).

Desde a noite do último sábado (13), o Rio foi atingido por tempestades que deixaram ao menos 11 mortos, segundo informações confirmadas até a noite desse domingo (14), na capital e na Baixada Fluminense. Os óbitos foram causados por afogamentos, descargas elétricas e desabamentos.

O Inmet informou que as áreas afetadas podem ser atingidas por chuvas com intensidade de 20 a 30 mm/h ou até 50 mm/dia. Também há risco de alagamentos e “pequenos deslizamentos” em locais com áreas de risco.

Entre os lugares que estão sob alerta, estão a região metropolitana do estado e a Baixada Fluminense.

Nova Iguaçu e São João do Meriti também têm alerta máximo para temporais, de acordo com as defesas civis municipais. Ao menos cinco pessoas morreram nos municípios em decorrência das tempestades dos últimos dias.

A Defesa Civil do Rio de Janeiro colocou a cidade em estágio 4 de riscos meteorológicos, em uma escala que vai de 0 a 5. Belford Roxo, onde uma pessoa morreu, também foi marcada como estágio 4.

Ainda ontem, o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), decretou estado de emergência no município devido aos impactos e danos provocados pelas fortes chuvas. Na capital, três pessoas morreram.

“A gente pede que as pessoas evitem, no dia de hoje, se deslocar pela cidade, por mais que a Avenida Brasil já esteja liberada”, afirmou Paes na tarde deste domingo. A avenida, uma das principais da cidade, tinha ficado bloqueada por conta das chuvas.

Niterói também tem alerta para novas tempestades e, embora não tenha registrado óbitos, a cidade sofreu com deslizamentos, enchentes e quedas de árvores.

De acordo com o Centro Estadual de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden-RJ), o risco hidrológico é alto ou muito alto na capital, nas regiões metropolitana, Serrana, Sul, Noroeste, Costa Verde e na Baixada Fluminense. Também há chances de ocorreram alagamentos e inundações.

O risco é baixo a moderado nas outras partes do estado.

Já o risco de deslizamentos de terra na capital, nas regiões metropolitana, Serrana, Sul, Costa Verde e na Baixada Fluminense é alto ou muito alto.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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