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MATO GROSSO

Seduc prepara profissionais da educação para 2026; aulas começam em 2 de fevereiro

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) inicia o ano letivo de 2026 com uma mobilização estratégica de gestores e professores da rede estadual. Embora as aulas estejam previstas para começar em 2 de fevereiro, o trabalho pedagógico tem início em 19 de janeiro, com a realização da Semana Pedagógica, que segue até o dia 30, reunindo formação, planejamento e alinhamento das ações educacionais.

O objetivo é promover a integração das diretrizes educacionais, fortalecer a gestão escolar e qualificar as práticas pedagógicas, assegurando uma retomada das atividades letivas com maior organização e efetividade antes do retorno dos estudantes às salas de aula.

Na primeira semana, de 19 a 22 de janeiro, acontecem as atividades presenciais em Cuiabá, no Espaço Leila Malouf, das 8h às 18h, além de formações nas próprias escolas, seguindo roteiros e conteúdos disponíveis na plataforma Avadep – Ambiente Virtual de Aprendizagem e Desenvolvimento Profissional.

O dia 19 de janeiro abre oficialmente a Semana Pedagógica com foco exclusivo na gestão escolar. Participam diretores, coordenadores pedagógicos, secretários escolares, equipes psicossociais, professores mediadores e equipes das DREs e DME. Diferente dos demais dias, a programação será estruturada em mesas redondas imersivas, voltadas ao debate qualificado, análise de resultados e pactuação de metas.

A proposta é colocar a gestão como protagonista do processo, promovendo escuta ativa, reflexão sobre práticas e definição clara de prioridades para 2026, dentro de uma lógica de governança da rede.

Nos dias 20, 21 e 22, a programação é voltada para os professores participantes das Diretorias Regionais de Educação, com oficinas por rotação, no formato das chamadas “colmeias formativas”. A dinâmica permite que os educadores circulem por diferentes trilhas de aprendizagem, vivenciando até quatro oficinas ao longo do dia.

Temas estratégicos e formação prática

Entre as temáticas trabalhadas estão: Projetos Integrados, Análise de resultados das avaliações, Implementação da BNCC da Computação, Educação socioemocional, STEAM, Alfabetização e letramento, Redação, leitura e literatura, Robótica educacional, Matemática gamificada, Educação Financeira, Combate à violência contra a mulher nas escolas, Política antirracista, Protagonismo estudantil, TEA e TDAH para professores regentes.

As formações contam com parcerias de instituições como Fundação Getúlio Vargas (FGV), Google, Caed (plataforma da Universidade Federal de Juiz de Fora-MG, Sebrae, TJMT, Senai, Sesi, Alura, Pearson Mais Inglês MT), EF (Education First), entre outras.

Segunda semana

Já a segunda semana, de 26 a 30 de janeiro, será realizada dentro das unidades escolares, com a participação de todos os professores. As atividades serão conduzidas pelas equipes gestoras e terão como foco o planejamento coletivo das ações pedagógicas, administrativas e estratégicas que vão orientar o ano letivo de 2026 em cada escola.

Entre os objetivos estão: planejar coletivamente o ano letivo, integrar gestão, professores regentes e educação especial, estimular a reflexão e a autoavaliação profissional e alinhar diretrizes institucionais, metas e prioridades da rede.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, destaca que a Semana Pedagógica é peça-chave para garantir um início de ano organizado e com foco na aprendizagem.

“Estamos preparando nossos profissionais com planejamento, formação e alinhamento pedagógico. A Semana Pedagógica é o momento de fortalecer a rede, integrar equipes e garantir que cada escola esteja pronta para receber os estudantes no dia 2 de fevereiro, com clareza de metas e compromisso com a qualidade da educação pública”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Feedback não é humilhação: saiba diferenciar

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Segundo o dicionário, feedback é uma palavra de origem inglesa adotada no português para indicar retorno, retroalimentação, significando o ato de dar e receber informações, comentários ou avaliações sobre o desempenho, comportamento ou resultado de uma ação.

A liderança te chama em particular para te dar um feedback sobre sua performance profissional e o que você escuta não é bem aquilo que desejava ouvir, mesmo diante de todos os seus esforços. Você fica chateado(a), se sente injustiçado(a) e até mesmo bravo(a). Isso é assédio moral? A resposta é: não! Receber feedback faz parte do mundo do trabalho e pode ajudar na condução da carreira.

É preciso entender que a vida profissional traz consigo exigências acerca de eficiência, produtividade, qualidade no serviço realizado, cumprimento de prazos e metas, sobretudo no setor público, em que o interesse público possui primazia sobre o privado. Nesse contexto, exigir essas entregas, bem como fazer críticas e avaliações sobre o trabalho e o comportamento profissional não caracterizam assédio moral, por si só.

Quer saber se sua liderança passou do ponto? Entenda que o assédio moral é causado por abuso de poder diretivo, busca incessante por cumprimento de metas inatingíveis, cultura organizacional autoritária, rivalidade, desinformação e despreparo da chefia e até mesmo inveja. Ao perceber que a conduta da liderança tem raiz em algum desses aspectos, também é preciso observar os efeitos do tratamento na pessoa que se sentiu ofendida.

Vítimas de assédio moral costumam sentir dores generalizadas, palpitações, distúrbios digestivos, pressão alta, alteração do sono, irritabilidade, crises de choro, abandono das relações pessoais, depressão, síndrome do pânico, doenças psicossomáticas, estresse e ansiedade, esgotamento físico e mental, perda do significado do trabalho, entre outros.

Todas essas informações estão no Guia de Combate ao Assédio disponibilizado pela Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário de Mato Grosso em sua página no portal do TJMT.

Apoio institucional – A Comissão também dispõe de um canal de manifestação, aberto a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizado na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

Seguindo a Resolução n. 351, de 28 de outubro de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, visando proteger o direito à intimidade e a integridade psíquica da pessoa noticiante. Também é exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.

Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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