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MATO GROSSO

Sema lança Sistema de Informações sobre Segurança de Barragens

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A Secretaria de Estado de Mato Grosso (Sema-MT) lançou um Sistema de Informações sobre Segurança de Barragens, o Sisbam-MT. Além de ser um instrumento de gestão para o órgão ambiental, a ferramenta permite à sociedade o acesso a informações sobre concentração territorial das unidades municipais com barramentos ativos no estado, matriz de usos múltiplos, monitoramento com a classificação do dano potencial, entre outros dados. Acesse aqui

O coordenador de segurança de barragens da Sema, Fernando Pires, o Sisbam-MT foi desenvolvido com o objetivo de dar transparência e facilitar o acesso aos dados relativos ao estado.

“O sistema nacional já divulga esses dados, mas para ter acesso às informações de Mato Grosso o usuário precisa entrar com filtros específicos. No Sisbam-MT, a população já se depara com os dados sintetizados das barragens existentes no estado”, afirmou.

Em Mato Grosso, a Sema é responsável pela fiscalização das seguranças de barragens de usos múltiplos, com exceção dos empreendimentos destinados à geração de energia e rejeitos de mineração, cuja fiscalização é de competência da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Agência Nacional de Mineração (ANM), respectivamente.

De acordo com os dados apresentados no Sisbam-MT, no estado são 720 barramentos monitorados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, que estão localizados em 95 municípios. Desse montante, 91 estão enquadradas e reguladas pela Política Nacional de Segurança de Barragens.

O município de Sorriso lidera o ranking com 79 unidades com barramento ativos, seguido de Cuiabá (29), Nossa Senhora do Livramento (28), Primavera do Leste e Canarana, ambos com 26 unidades.

O que é

As barragens são infraestruturas vitais para o desenvolvimento socioeconômico do estado, garantindo a segurança hídrica para múltiplos setores. A Sema fiscaliza barragens de acumulação de água destinadas à irrigação, usos agropecuários, recreação e dessedentação animal, assegurando o cumprimento da Lei 12.334/2020 e as exigências de licenciamento e outorga no âmbito estadual.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Feedback não é humilhação: saiba diferenciar

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Segundo o dicionário, feedback é uma palavra de origem inglesa adotada no português para indicar retorno, retroalimentação, significando o ato de dar e receber informações, comentários ou avaliações sobre o desempenho, comportamento ou resultado de uma ação.

A liderança te chama em particular para te dar um feedback sobre sua performance profissional e o que você escuta não é bem aquilo que desejava ouvir, mesmo diante de todos os seus esforços. Você fica chateado(a), se sente injustiçado(a) e até mesmo bravo(a). Isso é assédio moral? A resposta é: não! Receber feedback faz parte do mundo do trabalho e pode ajudar na condução da carreira.

É preciso entender que a vida profissional traz consigo exigências acerca de eficiência, produtividade, qualidade no serviço realizado, cumprimento de prazos e metas, sobretudo no setor público, em que o interesse público possui primazia sobre o privado. Nesse contexto, exigir essas entregas, bem como fazer críticas e avaliações sobre o trabalho e o comportamento profissional não caracterizam assédio moral, por si só.

Quer saber se sua liderança passou do ponto? Entenda que o assédio moral é causado por abuso de poder diretivo, busca incessante por cumprimento de metas inatingíveis, cultura organizacional autoritária, rivalidade, desinformação e despreparo da chefia e até mesmo inveja. Ao perceber que a conduta da liderança tem raiz em algum desses aspectos, também é preciso observar os efeitos do tratamento na pessoa que se sentiu ofendida.

Vítimas de assédio moral costumam sentir dores generalizadas, palpitações, distúrbios digestivos, pressão alta, alteração do sono, irritabilidade, crises de choro, abandono das relações pessoais, depressão, síndrome do pânico, doenças psicossomáticas, estresse e ansiedade, esgotamento físico e mental, perda do significado do trabalho, entre outros.

Todas essas informações estão no Guia de Combate ao Assédio disponibilizado pela Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário de Mato Grosso em sua página no portal do TJMT.

Apoio institucional – A Comissão também dispõe de um canal de manifestação, aberto a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido. Para acessar o formulário para registro da notícia do fato, basta clicar no banner da Comissão, localizado na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

Seguindo a Resolução n. 351, de 28 de outubro de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é garantido o sigilo e o compromisso de confidencialidade no encaminhamento da notícia de assédio ou discriminação, sendo vedado o anonimato, visando proteger o direito à intimidade e a integridade psíquica da pessoa noticiante. Também é exigido o seu consentimento expresso para qualquer registro ou encaminhamento formal do relato.

Além disso, a mesma resolução proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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