A equipe de fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), com o apoio da Polícia Militar, apreendeu redes usadas para a pesca predatória durante patrulhamento fluvial nos Rios Cuiabá e Manso, neste fim de semana.
O período de defeso da piracema nos rios de Mato Grosso começou no dia 2 de outubro de 2023 e segue até 1º de fevereiro de 2024. Os agentes ambientais estão em campo fiscalizando a pesca ilegal e realizando o trabalho preventivo, por terra e água, como forma de orientar os pescadores e evitar que o peixe seja retirado da água durante o período de reprodução das espécies.
No Distrito de Bonsucesso, em Várzea Grande, e no município de Santo Antônio de Leverger, entre as localidades de Ponte Nova e Barra do Arica, os fiscais surpreenderam indivíduos pescando durante o período proibido. Os infratores, ao perceberem a aproximação da equipe, fugiram do local abandonando seus petrechos de pesca.
No Rio Manso, na região conhecida como Catisal, a fiscalização apreendeu três pescados da espécie pintado, uma rede de emalhar usada para a pesca predatória e dois sacos para prender peixes. O infrator não foi localizado no local.
Todos os materiais apreendidos durante as operações foram encaminhados para o depósito da Sema-MT. Já o pescado foi doado para uma entidade filantrópica da região. Sema-MT
Canal de denúncia
A Sema-MT atende denúncias da população contra crimes ambientais e pescas predatórias pela Ouvidoria, no telefone 0800 065 3838, pelo e-mail ouvidoria@sema.mt.gov.br, pelo WhatsApp (65) 98153-0255 e em suas Unidades Regionais.
Quem se deparar com algum crime ambiental também pode denunciar por meio do contato da Polícia Militar 190.
A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (22.4), em Pedra Preta, um mandado de prisão em desfavor de um homem, de 26 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável. A ação integra a Operação Regional Rondonópolis Segura, voltada ao cumprimento de ordens judiciais e intensificação do combate à criminalidade na região.
A ordem judicial, cumprida pela Delegacia de Pedra Preta, refere-se à regressão de regime, com pena remanescente de sete anos a ser cumprida inicialmente em regime fechado, expedida pela Vara Única da Comarca de Pedra Preta.
O caso ocorreu em 2017, quando a mãe da vítima procurou a Polícia Civil para relatar abusos praticados contra sua filha, que à época tinha 12 anos, enquanto o autor tinha 18 anos.
De posse do mandado judicial, a equipe policial deu início a diligências investigativas com o objetivo de localizar e prender o condenado, que se encontrava foragido. Após levantamento de informações, ele foi localizado na região da Vila Garça Branca, distrito de Pedra Preta.
Ele foi preso e não ofereceu resistência. Em seguida, foi conduzido à sede da Delegacia de Pedra Preta, onde foi apresentado à autoridade policial para as providências legais cabíveis.
“A ação evidencia o empenho investigativo da Polícia Civil no cumprimento de ordens judiciais e na responsabilização de autores de crimes graves, reforçando o compromisso institucional com a proteção de vítimas em situação de vulnerabilidade e a garantia da justiça”, destacou o delegado Fabricio Garcia Henriques.