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Semana de Moda de Alta-Costura: dia 1

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Semana de Moda de Alta-Costura: dia 1
Beatriz Lima Leal

Semana de Moda de Alta-Costura: dia 1

O primeiro dia da temporada de desfiles de outono-inverno 2024-2025 de alta-costura contou com apresentações de Schiaparelli, Iris Van Herpen, Georges Hobeika, Christian Dior, Rahul Mishra, Thom Browne, Juana Martín e Giambattista Valli.

Para a nova coleção da Schiaparelli, Daniel Roseberry trouxe peças em tons em sua maioria neutros, com bordados em cristais, paetês, até mesmo aplicações 3D. Modelagens amplas e transparências surgiram com inspirações na natureza, como zebras, cogumelos e penas.

A Schiaparelli também deu destaque para detalhes metalizados, como no primeiro look : uma capa preta com penas douradas, que foi inspirada por uma estola de penas que a própria Elsa Schiaparelli usou em homenagem à bailarina Anna Pavlova, com quem geralmente era confundida.

Inspirada pelo universo esportivo, até então explorado apenas nas linhas ready-to-wear e cruise , Maria Grazia Chiuri adentrou na temática na coleção de alta-costura desfilada hoje em Paris. Nesta temporada, a diretora criativa de Christian Dior apostou em novos tecidos e modelagens.

Na passarela, vimos muitas peças em veludo amassado, jersey metálico (novidade na linha de alta-costura), lamé , com drapeados e bordados com cristais. Os mosaicos romanos de mulheres vestindo os precursores do biquíni e segurando pesos nas mãos e as Olimpíadas de Paris de 1924 foram as principais referências no processo criativo desta coleção.

Thom Browne fez um retorno triunfal na última temporada, em fevereiro. O bege claro foi o protagonista desta coleção, enquanto as demais cores ficaram apenas para detalhes.

O estilista experimentou com uma variedade maior de silhuetas, apresentando desde casacos oversized com bordados de crina de cavalo até vestidos justos com bordados de músculos abdominais e folhas de louro densas. Essas folhas de louro e a disputa de cabo de guerra antes do desfile faziam referência às Olimpíadas de Paris 2024.

As referências esportivas de Browne incluíam lançadores de disco da Grécia antiga e chuteiras modernas anexadas a saltos radicais. O desfile unissex explorou a alfaiataria em um estilo cubista, com muitos casacos e jaquetas assimétricos e apenas metade oversized.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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