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BRASIL

Série Canal da Quebrada mostra histórias de inovação das periferias

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A partir desta quinta-feira (21), as vozes das periferias serão ouvidas e contadas. Estreia na TV Brasil, às 21h30, a série Canal da Quebrada

A produção independente vai contar histórias de inovação e sucesso de moradores das favelas das maiores metrópoles do país – Rio de Janeiro e São Paulo. 

Essa conexão será feita pela rapper e escritora MC Martina, do Complexo do Alemão (RJ), e a jornalista Jana Fernandes, de Guarapiranga, zona sul de São Paulo.  

Em dez episódios, elas vão trazer o trabalho nas áreas de meio ambiente, economia criativa, na arte e na moda de quem é cria da quebrada.  

“É uma série que inspira e traz esperança para quem é da comunidade. Porque a gente sabe que quem nasce na favela tem que fazer dez vezes mais para ganhar o mínimo de notoriedade. Ver pessoas de quebrada mostrando a potência das favelas para o mundo faz com que a gente acredite que é possível conquistar os mesmos espaços”, afirma Jana Fernandes.  

Dados do Data Favela 2023 mostram que se as favelas brasileiras formassem um estado, seria o terceiro maior do Brasil em população. A renda movimentada pela população dessas comunidades já quebrou a barreira dos R$ 200 bilhões, R$ 12 bilhões a mais em relação ao último ano. 

A dupla já atua para mostrar a força criativa e inovadora de suas comunidades e que seus protagonistas tenham evidência. No Canal da Quebrada, a ideia é apresentar, principalmente a jovens e crianças, uma periferia inspiradora, por meio de tv aberta e pública.  

“É muito louco porque é uma programação que vai inspirar muitas e muitas pessoas, que vai trazer novas perspectivas para quem nunca tinha imaginado trabalhar com arte e fazer com que a quebrada fosse o centro do mundo. A maioria das pessoas pensa que sucesso é você ganhar dinheiro e sair da quebrada. Você pode ganhar dinheiro dentro da quebrada, trabalhando para a quebrada”, ressalta Jana Fernandes, líder de um projeto independente chamado Marginalmente, em que divulga a arte e cultura das periferias.

A série é da Rio Produtora, com direção de Pedro Saad e Raphael Scire. 

Prodav/TVs Públicas   

A série Canal da Quebrada é a primeira produção do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Audiovisual Brasileiro (Prodav) TVs Públicas que chega à TV Brasil.  

A terceira edição do projeto escolheu 75 obras produzidas nas cinco regiões do país e que serão distribuídas para emissoras públicas de televisão (universitárias, comunitárias, educativas e culturais). 

O Prodav/TVs Públicas é uma parceria entre a Agência Nacional do Cinema (Ancine), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para incentivar a produção de conteúdo audiovisual regional e independente e fortalecer a oferta de conteúdos para as televisões públicas. 

Das obras participantes, foram selecionados 46 documentários, 15 animações e 14 de ficção, voltados a todos os públicos.

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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