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MATO GROSSO

SES oferta capacitação para gestores municipais de Saúde de Mato Grosso

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A Escola de Saúde Pública de Mato Grosso (ESP-MT) e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (Cosems) realizam, entre os dias 13 de fevereiro a 24 de abril, uma capacitação para gestores municipais de saúde do Estado. As inscrições podem ser feitas diretamente no Ambiente Virtual de Aprendizagem da ESP – clique aqui para acessar.

O objetivo é qualificar os gestores municipais para que possam atuar de forma eficiente na gestão dos serviços de saúde, contribuindo para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), além da melhoria da qualidade de vida da população.

“O Governo do Estado busca investir na capacitação dos profissionais de saúde, porque sabe a importância de levar atendimento de excelência à população. Através destes cursos e capacitações da Escola de Saúde Pública, nós temos conseguido melhorar cada vez mais o atendimento e os serviços ofertados em Mato Grosso”, pontuou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Para cada encontro, poderão ser utilizados como estratégias metodológicas os estudos de casos, as simulações realísticas, as dinâmicas de grupo e as discussões em grupos de trabalho, em que os gestores serão convidados a avaliar os processos de trabalho no SUS e a refletir sobre possíveis caminhos no enfrentamento de problemas.

Os participantes também serão estimulados a promover a gestão participativa e a fortalecer as redes de apoio interfederativas para suporte e apoio nas tomadas de decisão.

A superintendente da ESP, Silvia Tomaz, ressaltou que o projeto tem como premissa ampliar o conhecimento dos gestores municipais sobre as políticas públicas de saúde, para que eles possam atuar de forma eficiente na gestão dos serviços e contribuir para o fortalecimento do SUS e para a melhoria da qualidade de vida da população.

“A ESP tem inovado na metodologia de ensino-aprendizagem, de forma a oferecer dinamicidade nas necessidades dos novos gestores, conforme diretrizes da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Temos como foco o mergulho no mundo do trabalho em saúde”, acrescentou Silvia.

O curso é dividido em nove unidades de aprendizagem: Instrumentos de gestão/planejamento do SUS; Análise da Situação de Saúde; Gestão Participativa e Espaços de Governança; Financiamento no SUS; Uma visão geral sobre a Lei 14.133/21 para o SUS; Gestão do trabalho educação na saúde; Organização da atenção à saúde e organização do cuidado no território municipal; Vigilância em saúde e Monitoramento, controle e avaliação.

Os encontros serão realizados de forma online, todas as quintas-feiras, com duração de até 3 horas cada, pelo Google Meet. A transmissão será ao vivo pelo YouTube da ESP. Ao final, os participantes receberão um certificado emitido pela Escola de Saúde Pública de Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Escravidão e memória histórica são tema de webinar do MPMT

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Em diálogo com a agenda internacional de direitos humanos, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realizou, nesta quarta-feira (22), um webinar dedicado à reflexão crítica sobre a escravidão e o tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. A iniciativa destacou a centralidade da memória histórica como elemento fundamental na promoção da igualdade racial e na defesa dos direitos humanos.O webinar foi idealizado pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Escola Institucional do MPMT. O objetivo foi fomentar o debate qualificado sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão na sociedade brasileira.A palestra central foi ministrada pela escritora e imortal da Academia Brasileira de Letras Ana Maria Gonçalves, que apresentou uma abordagem acadêmica e reflexiva sobre os silêncios presentes nos registros oficiais da escravidão e seus desdobramentos na realidade social contemporânea.Segundo a autora, refletir sobre a escravidão exige compreendê-la como um processo cujos efeitos permanecem ativos no presente. “Quando a gente pensa na escravidão apenas como um episódio encerrado, perde a dimensão de como ela continua estruturando desigualdades e violências que atravessam o nosso tempo”, pontuou.Durante a exposição, Ana Maria Gonçalves apresentou conceitos desenvolvidos por pensadoras negras, como a fabulação crítica e a noção de rastro da escravidão. A partir dessas referências, destacou como a história oficial apagou trajetórias de pessoas negras e como a literatura e a pesquisa podem contribuir para a reconstrução dessas narrativas.Ao relatar o processo de criação do romance “Um defeito de cor”, a escritora explicou que a escassez de registros sobre mulheres negras escravizadas demanda um trabalho rigoroso de investigação e imaginação responsável. “Escrever essas histórias é uma forma de enfrentar a violência do arquivo e afirmar que essas vidas existiram, mesmo quando os documentos tentaram silenciá-las”, destacou.O procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, atuou como debatedor do evento e ressaltou a importância do debate no âmbito do Ministério Público e o papel das instituições públicas na construção de uma sociedade comprometida com o enfrentamento do racismo.“A obra da professora Ana Maria Gonçalves não me ensinou apenas a não ser racista, mas, sobretudo, a ser antirracista, a partir da força da sua escrita e da história que ela escolheu narrar”, afirmou o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira.Reconhecimento – Considerado a principal obra de Ana Maria Gonçalves, o romance “Um defeito de cor” venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, e foi eleito o melhor livro da literatura brasileira do século 21 por júri da Folha de S.Paulo. A obra narra a trajetória de Kehinde, mulher negra sequestrada ainda criança no Reino do Daomé e trazida ao Brasil para ser escravizada na Ilha de Itaparica, na Bahia.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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