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Agronegócio

Solenidade na assembleia legislativa de Minas Gerais marca os 90 anos do Crea-MG hoje

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A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realiza nesta segunda-feira (15.04) uma homenagem ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG) que celebra seus 90 anos de existência. Esta data emblemática será lembrada com uma Reunião Especial de Plenário às 19h, uma homenagem à longa jornada marcada por conquistas e pelo compromisso inabalável com o desenvolvimento do estado.

A cerimônia, que contará com a presença de autoridades, profissionais da área e representantes da sociedade civil, será um momento de celebração da história e do papel vital que o Crea-MG desempenhou no progresso de Minas Gerais ao longo dos anos, entre ela o presidente do Crea-MG, Marcos Gervásio e o presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Mato Grosso (Feagro-MT),Isan Rezende.

Desde sua fundação em 23 de abril de 1934, o Crea-MG tem sido o guardião da qualidade dos serviços prestados por profissionais de engenharia, agronomia, geologia, geografia e meteorologia, protegendo a sociedade contra práticas profissionais ilegais. Sua contribuição para a construção de obras importantes e para o avanço das profissões regulamentadas tem sido fundamental para o desenvolvimento do estado.

Além da solenidade de hoje, uma série de eventos está programada ao longo do mês para marcar esta data especial. Palestras, workshops, fóruns e outras atividades serão realizadas, abordando temas relevantes para as áreas abrangidas pelo Crea-MG. Na terça-feira, dia 23, data oficial da fundação, haverá uma solenidade em frente à sede do Crea-MG, às 16h, com a apresentação da banda da Guarda Municipal de Belo Horizonte. Na ocasião, serão homenageados os engenheiros que participaram da obra da sede, bem como a funcionária e o funcionário mais antigos do Conselho. Ao fim da cerimônia, será descerrada a placa comemorativa dos 90 anos.

O presidente do Crea-MG, Marcos Gervásio, destaca o compromisso contínuo do Conselho em promover a excelência, a inovação e o bem comum. Ele ressalta que, olhando para o passado, reconhecem-se as conquistas e os obstáculos superados, mas é olhando para o futuro que se vislumbra um caminho ainda mais promissor para as próximas gerações.

“Ao olharmos para nossa história, reconhecemos as conquistas e os obstáculos superados, mas também miramos o futuro com determinação e otimismo. Que esta data nos lembre da importância de honrar o legado daqueles que nos precederam, enquanto nos impulsiona a construir um futuro ainda mais promissor para as próximas gerações”, ressalta Gervásio.

Para o presidente da Feagro-MT, Isan Rezende, o Crea-MG é uma referência em nosso país, zelando pela qualidade dos serviços prestados pelos profissionais e contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento de Minas Gerais.”É inspirador ver como essa instituição cresceu e se fortaleceu ao longo das décadas, mantendo-se firme em seu compromisso com a excelência e a ética profissional. Pra mim é uma honra estar presente neste momento tão especial. Quero parabenizar toda a diretoria, colaboradores e profissionais que fazem parte do Crea-MG por essa conquista histórica”, frisou Rezende.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.

A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.

Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.

No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.

A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.

Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.

Isan Rezende, presidente do IA

A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.

Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.

“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.

Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.

“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.

Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.

“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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