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Sorriso

Sorriso dá start a projeto piloto com reaproveitamento de resíduos florestais e da construção civil

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“Um avanço em políticas públicas sustentáveis”. É dessa forma que o secretário de Agricultura e Meio Ambiente (Sama) de Sorriso, Clóvis Picolo Filho, resume o projeto piloto no aproveitamento de resíduos florestais oriundos de podas de árvores e de resíduos de madeira da Construção Civil (RCC) em desenvolvimento em Sorriso. Picolo explica que a primeira carga, medida e documentada, foi liberada pela Sama na quarta-feira, 18.

Com o termo de cooperação 001/2025 assinado em 17 de novembro do ano passado com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), todos os geradores de resíduos como podadores, jardineiros e ou transportadores, necessitam medir a volumetria diretamente na Sama e retirar a guia para a liberação do material.

Na Sama, é necessário apresentar dados do veículo em que o material será transportado, do transportador e o endereço onde o material foi coletado, a carga, inclusive pode conter materiais oriundos de vários endereços. “No caso da retirada de árvore, por exemplo, como a permissão saí diretamente da Sama já fica no sistema o endereço do local da retirada”, explica o secretário. A equipe da Sama está à disposição de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas, para a pesagem e fornecimento das guias. O serviço é gratuito.

Após a medida da volumetria e a retirada da guia, o transportadores pode levar o material diretamente a um picador autorizado com licença ambiental podendo transformar o resíduo em cavaco. Em Sorriso, três empreendimentos atuam na área. “A escolha da empresa fica a cargo do próprio gerador/transportador. É válido detalhar que nenhum desses picadores cobra para receber o material”, salienta.

No documento autorizativo já constarão as informações do empreendimento detentor dos créditos e a quantificação dos produtos a serem lançados, devidamente separados como resíduos de podas urbanas e/ou resíduos de construção civil, até mesmo para que a Sema possa lançar os créditos.

O aproveitamento desses resíduos possibilitará a geração de créditos no Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (SISFLORA). “Dessa forma todo o resíduo ambiental urbano poderá ser rastreado, descartado de forma correta e com segurança jurídica”, salienta o secretário.

Picolo salienta que a medida visa sustentabilidade. “Esse material vinha sendo descartado de forma irregular no lixão, o que causava muita combustão e incêndios. Com a regularização e o reaproveitamento do material todos ganham”, reforça.

Projeto Piloto

Picolo pontua que esse é um importante passo na gestão ambiental e no fortalecimento de boas práticas ambientais. “Somos o primeiro Município a firmar esse projeto piloto”, enfatiza. O gestor destaca que dentre as várias funções do processo, cabe à equipe técnica da Sama a análise do protocolo de pedido de geração de créditos a partir de resíduos de podas urbanas e de construção civil; além da realização do cálculo da volumetria que deve seguir os critérios da Resolução CONAMA nº 411, de 06 de maio de 2009. Outras observações também devem ser seguidas e organizadas pela Sama.

O projeto, inicialmente, terá um prazo de seis meses de duração a de novembro. “Durante esse período vamos avaliar como funcionará na prática e nos adequarmos às necessidades que forem surgindo na execução do projeto”, explica o gestor.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sorriso

Secretaria de Agricultura Familiar debate avanço do georreferenciamento do assentamento Jonas Pinheiro com o Incra

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Reunião em Cuiabá também tratou sobre CAR, financiamento para assentados e programa habitacional com previsão de R$ 97 mil por moradia

A secretária adjunta de Agricultura Familiar e Segurança Alimentar de Sorriso, Ana Catarina Tibaldi dos Reis, participou de uma reunião com representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) de Mato Grosso, na manhã dessa quarta-feira (27) em Cuiabá, para discutir o andamento do processo de georreferenciamento do assentamento Jonas Pinheiro, além de outras pautas ligadas à regularização fundiária e fortalecimento da agricultura familiar.

Entre os principais assuntos debatidos esteve a necessidade de fiscalização e certificação do georreferenciamento do assentamento pelo Incra. O procedimento é considerado uma etapa fundamental para comprovar que as mais de 500 famílias assentadas vivem e produzem na área.

Segundo Ana Catarina, os moradores custearam o georreferenciamento e aguardam agora a conclusão da parte técnica do Incra para dar sequência ao processo. “As famílias fizeram a parte delas, investiram no georreferenciamento e agora dependem da fiscalização e certificação do Incra para que esse processo avance. Tivemos o compromisso do órgão em concluir essa etapa, que é muito importante para os assentados”, disse a secretária adjunta.

Ana Catarina lembrou ainda que as famílias vivem no local desde 1999 e aguardam há décadas pela regularização definitiva da área. “Essas famílias estão no assentamento há mais de 25 anos, produzindo e construindo suas vidas. Existe um processo judicial que ainda impede o avanço da regularização, mas o georreferenciamento é uma etapa essencial nessa busca pelo direito à terra regularizada”, afirmou.

Durante a reunião também foram discutidos temas relacionados ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) e ao papel do Núcleo Municipal de Regularização Fundiária, o Terra Cidadã, no apoio aos produtores e assentados do município.

Outro ponto apresentado pelo Incra foram as linhas de financiamento direto destinadas aos assentados, com recursos do Governo Federal voltados ao fortalecimento da produção rural. Os financiamentos possuem condições facilitadas de pagamento e longo prazo para amortização. Ficou definido que as associações de moradores serão responsáveis por repassar as informações às famílias das comunidades.

Além disso, foi anunciada uma linha habitacional para o assentamento, com previsão de R$ 97 mil por unidade habitacional.

Participaram da reunião os vereadores Wanderley Paulo, Jane Delalibera e Darci Gonçalves, representantes da cooperativa local, da Associação das Mulheres e Odimar Geller, presidente da Associação Alto Celeste, do município de Vera. Também estiveram presentes Lindomar Ferraz, presidente da Aprocel Sorriso, Maria Boaventura de Sousa Silva, presidente da Coopercel, além do superintendente do Incra em Mato Grosso, Joel Machado de Azevedo, o adjunto Helton Antônio da Silva, Leonardo Henrique Bezerra Lopes, responsável pela área de fomento, e o técnico do setor de cartografia, Hebert Nunes Velasco. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Nene Gonçalves, também participou do encontro.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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queiroz

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