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SP: empresa de Maluf devolve R$ 150 milhões à Prefeitura após acordo

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Paulo Maluf, ex-prefeito de São Paulo
Gustavo Lima/ Câmara dos Deputados

Paulo Maluf, ex-prefeito de São Paulo


A empresa Eucatex e o banco BTG Pactual depositaram, nesta quarta-feira (19), R$ 152,8 milhões nas contas da Prefeitura de São Paulo . O montante financeiro diz respeito a um acordo firmado entre as empresas, o Ministério Público de SP e a Procuradoria-Geral do Município para ressarcir a cidade de recursos desviados durante o mandato de Paulo Maluf na capital, entre 1993 e 1996.

A Eucatex, fabricante de tintas e pisos que pertence à família do político, depositou US$ 7,2 milhões, enquanto a instituição bancária fez o depósito de US$ 30,7 milhões.

“Além disso, deverão ser liberados em breve dois depósitos judiciais, de R$ 15.491.458,35 (Justiça Estadual) e outro de cerca de R$ 20.000.000,00 (Justiça Federal), além de correção e juros, referentes a dividendos devidos pela Eucatex a uma das “offshore” dos Maluf (MacDoel)”, informou, em nota , o MPSP.


“O BTG ainda deverá pagar mais US$ 23.000.000,00 a título de despesas e custas processuais fixadas judicialmente na Ilha de Jersey e nas Ilhas Virgens Britânicas”, complementou o comunicado.

Diante do pagamento dos 23 milhões de dólares do banco, 1/3 das ações da Eucatex passa deixam de pertencer à família de Maluf e passam a ser de posse do BTG Pactual.

O Ministério Público e a Prefeitura já tinham recuperado US$ 55 milhões provenientes de outros quatro acordos firmados entre 2014 e 2017 junto a bancos inernacionais. Também foi feita uma repatriação no valor de US$ 8,4 milhões em 2019.

Leia mais: Lira e Lula fazem acordo para “moralizar” a Câmara

As investigações dão conta de que cerca de 300 milhões de dólares que seriam destinados a obras na cidade de São Paulo foram desviados pela gestão de Paulo Maluf. Parte dos recursos foram enviados para a Suíça, Inglaterra, Estados Unidos, Ilha Jersey e Ilhas Virgens Britânicas.

Em 2017, o político foi condenado a cumprir sete anos e nove meses de prisão. Ele tem, atualmente, 91 anos e cumpre prisão domiciliar.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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