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BRASIL

SP: população perde quase 2h30 no trânsito por dia, diz pesquisa

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Paulistano gasta quase duas horas e meia por dia no trânsito, diz pesquisa
Jorge Araujo/FotosPublicas – 23.03.2023

Paulistano gasta quase duas horas e meia por dia no trânsito, diz pesquisa

Pesquisa mostra que, pela primeira vez em cinco anos, transitar pela cidade de São Paulo de carro está sendo mais demorado do que usar o transporte público. É o que indica o novo levantamento realizado pela Rede Nossa São Paulo e pelo Instituto Cidades Sustentáveis em parceria com o Ipec.

Segundo os dados, o paulistano perde 2h26 do dia no trânsito, sendo sete minutos a mais do que o registrado em 2022. Para quem usa o próprio carro, o tempo médio cresce 23 minutos em relação a quem usa o transporte público, chegando a 2h46m.

A pesquisa também mostra que a população da capital paulista está descontente com a lotação e a frequência dos ônibus. Em cinco anos, a percepção de que os veículos públicos estão mais cheios atingiu o ápice, com 27% de avaliação. Já os que acham que o maior problema é a demora dos ônibus a passar, foram de 13% para 23% desde o ano passado. Em média, o tempo de espera pelo coletivo é de 21 minutos.

Apesar dos problemas apontados pelos paulistanos, o percentual dos que usam essa forma de locomoção é alta em São Paulo e cresceu em relação à última pesquisa. De acordo com os dados, o índice passou de 41% em 2022 para 57% em 2023. Os entrevistados mencionaram o ônibus como o principal meio utilizado, sendo citado por 41% dos 800 ouvidos, entre os dias 14 e 28 de agosto.

No entanto, os dados mostram que o automóvel continua sendo a segunda opção do paulistano, com 19%. O número, porém, está em declínio. Conforme os institutos, o carro era o principal meio de locomoção para 24% das pessoas no ano passado.

Ainda, aqueles que disseram ter parado de usar o veículo particular afirmaram que foram motivados pela necessidade de reduzir custos, pelo alto valor do combustível e por causa da possibilidade de trabalho híbrido (presencial e home office), que reduziu os deslocamentos pela cidade.

Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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