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SP vai bombear água verde do Rio Pinheiros, tomado por algas

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Esse acúmulo de matéria orgânica ocorre, principalmente, devido ao despejo de esgoto não tratado diretamente no rio
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Esse acúmulo de matéria orgânica ocorre, principalmente, devido ao despejo de esgoto não tratado diretamente no rio

O governo de São Paulo e a Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) iniciaram na última terça-feira (10) o bombeamento das águas do Rio Pinheiros, que adquiriram uma coloração esverdeada devido à proliferação de algas, fenômeno atribuído à falta de chuvas. As informações são do g1.

A medida pretende melhorar a oxigenação do rio e evitar a mortandade dos poucos peixes que habitam o curso d’água, que atravessa as zonas Sul e Oeste da capital paulista.

O procedimento envolve o movimento das águas para revolver a matéria orgânica acumulada e dispersar a concentração de algas. Esse acúmulo de matéria orgânica ocorre, principalmente, devido ao despejo de esgoto não tratado diretamente no rio, o que cria um ambiente favorável à reprodução de algas e plantas flutuantes, reduzindo os níveis de oxigênio e prejudicando a vida aquática.

“O Pinheiros é um canal nivelado e, por causa da pouca declividade, a água se move lentamente. A chuva é essencial para o funcionamento do rio e, como não há chuva, o rio se encontra nesta situação crítica”, explicou Anderson Esteves, superintendente do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) de São Paulo.

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De acordo com Esteves, o processo de bombeamento já trouxe melhorias: “Ontem, a gente bombeou a água do canal inferior [do rio] para o canal superior. Então, já houve uma melhora em aproximadamente 35% da extensão do rio”.

O Rio Pinheiros está dividido em dois canais. O superior abrange o trecho entre a represa Billings e a estação Vila Olímpia, enquanto o inferior se estende da estação até o acesso à Rodovia Castello Branco. Após o bombeamento, um canal de vazão foi aberto para nivelar as águas, permitindo o redirecionamento do excesso de água do canal superior para o inferior.

Com os resultados iniciais considerados positivos, o bombeamento deve continuar nos próximos dias, até que a frequência das chuvas aumente em São Paulo e o curso natural das águas seja restabelecido. A definição da periodicidade do procedimento ainda está em andamento.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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